Uma prova de provincianismo e mesquinhez é a que vem daqueles que se babam de deleite com uma fotografia da Família Real Britânica e ao mesmo tempo espumam de obscuros ressentimentos perante uma fotografia da Família Real Portuguesa.
Em 2006, um parecer do Departamento de Assuntos Jurídicos do Ministério dos Negócios Estrangeiros, contrário ao definido pela Constituição Monárquica de 1838 e à própria Constituição da República Portuguesa, reconheceu Duarte Pio de Bragança como o único e legitimo herdeiro do trono de Portugal.[12] Esse parecer foi fundamentado pelo alegado "reconhecimento histórico e da tradição do Povo Português", pelas "regras consuetudinárias da sucessão dinástica", e pelo "reconhecimento tácito das restantes casas reais da Europa e do Mundo com as quais a legítima Casa de Bragança partilha laços de consanguinidade".[12] Recordou, ainda, ter sido conferido pela República Portuguesa a Duarte Pio a representatividade política, histórica e diplomática, e foi lembrado que os pretendentes ao título de duque de Bragança "são várias vezes enviados a representar o Povo Português em eventos de natureza cultural, humanitária ou religiosa no estrangeiro, altura em que lhes é conferido o passaporte diplomático"
Nunca se comparou em quê? Nem se podia comparar, porque eles são ingleses e nós portugueses. E de facto em Inglaterra também não existe a pobreza de espírito, a mesquinhez e a inveja que grassa na esquerda em Portugal. A mesma esquerda que fica embevecida com a foto do Costa e do seu "bulldog" a bordo de um Falcon em direcção a Atenas.
E acrescento que para que a Monarquia inglesa faça boa figura (para depois os parolos em Portugal ficarem embevecidos) a sua representação não é descurada em termos de recursos. Já em Portugal a Monarquia parecia decadente porque o país era pobre e a Corte de parasitas recusava-lhe o financiamento.
Tal como hoje, por razões ideológicas, nunca houve vontade política para rematar a fachada poente do Palácio da Ajuda só por este monumento estar "conotado" com a Monarquia. Percebeu?
A mim faz-me mais confusão que se defenda um sistema político que frequentemente coloca no mais alto cargo de um país indivíduos que são doidos e se babam, isto só porque são filhos do rei anterior.
É triste pensar que os pergaminhos que alguém pode ter para reinar num país sejam unicamente o ser descendente de D. Maria I que morreu louca e de D.Miguel que liderou uma revolta contra o irmão e a sobrinha.
Não me interprete mal. Até penso que o pretendente é uma pessoa estimável, mas se a avaliação fosse só pelo pedigree, ficava muito mal na fotografia.
Coitada da "família Real Portuguesa". Completamente ignorada pelas restantes casas reais Europeias, com quem partilha laços de consanguinidade :-). Nem a família lhes liga!
A esquerda tem medo que o país perceba que o legado da República é uma merda, sim. São uns ressabiados que tentam desvalorizar tudo o que tenha sido feito antes do 5 de Outubro de 1910, como se o país se tivesse desenvolvido alguma coisa só por causa da República. Tretas!
Sem querer entrar em conversa alheia, se a própria República reconhece a existência de uma Familia Real portuguesa é porque esta existe - apenas não reina. Mas a república fez mais: por exemplo o seu embaixador no Reino Unido durante a II GG era o Duque de Palmela e o Estado tratava-o como tal. Mais ainda: o Duque de Bragança tem um lugar (por acaso até acho que nem devia ter) no protocolo do estado. Vá lá saber-se porquê, para os que sabem como as coisas são mas fazem de conta.
E tinha liberdade de imprensa que é uma coisa muito dificil de explicar a certos ignorantes. Recomenda-se a Wikipedia e as entradas «jornal O Mundo» e «França Borges».
Quase 80% dos britânicos querem a manutenção da Monarquia. Chega? A esquerda republicana na Grã-Bretanha não chega a 20% do eleitorado, por isso não pense que todos os trabalhistas são republicanos.
Quem disse o contrário? Eu até sou adepto da monarquia britânica. A nossa, em quase oitocentos anos, produziu um dos países mais pobres da Europa, alvo de chacota geral, apesar de termos um império. Não foram 30 nem 50 anos.
Deixe lá: essas são as mesmas pessoas que se babam por um estrangeiro e desprezam o seu compatriota!
ResponderEliminarEm 2006, um parecer do Departamento de Assuntos Jurídicos do Ministério dos Negócios Estrangeiros, contrário ao definido pela Constituição Monárquica de 1838 e à própria Constituição da República Portuguesa, reconheceu Duarte Pio de Bragança como o único e legitimo herdeiro do trono de Portugal.[12] Esse parecer foi fundamentado pelo alegado "reconhecimento histórico e da tradição do Povo Português", pelas "regras consuetudinárias da sucessão dinástica", e pelo "reconhecimento tácito das restantes casas reais da Europa e do Mundo com as quais a legítima Casa de Bragança partilha laços de consanguinidade".[12] Recordou, ainda, ter sido conferido pela República Portuguesa a Duarte Pio a representatividade política, histórica e diplomática, e foi lembrado que os pretendentes ao título de duque de Bragança "são várias vezes enviados a representar o Povo Português em eventos de natureza cultural, humanitária ou religiosa no estrangeiro, altura em que lhes é conferido o passaporte diplomático"
ResponderEliminarNunca se comparou em quê? Nem se podia comparar, porque eles são ingleses e nós portugueses. E de facto em Inglaterra também não existe a pobreza de espírito, a mesquinhez e a inveja que grassa na esquerda em Portugal.
ResponderEliminarA mesma esquerda que fica embevecida com a foto do Costa e do seu "bulldog" a bordo de um Falcon em direcção a Atenas.
ResponderEliminarE acrescento que para que a Monarquia inglesa faça boa figura (para depois os parolos em Portugal ficarem embevecidos) a sua representação não é descurada em termos de recursos. Já em Portugal a Monarquia parecia decadente porque o país era pobre e a Corte de parasitas recusava-lhe o financiamento.
Tal como hoje, por razões ideológicas, nunca houve vontade política para rematar a fachada poente do Palácio da Ajuda só por este monumento estar "conotado" com a Monarquia. Percebeu?
A mim faz-me mais confusão que se defenda um sistema político que frequentemente coloca no mais alto cargo de um país indivíduos que são doidos e se babam, isto só porque são filhos do rei anterior.
ResponderEliminarÉ triste pensar que os pergaminhos que alguém pode ter para reinar num país sejam unicamente o ser descendente de D. Maria I que morreu louca e de D.Miguel que liderou uma revolta contra o irmão e a sobrinha.
Não me interprete mal. Até penso que o pretendente é uma pessoa estimável, mas se a avaliação fosse só pelo pedigree, ficava muito mal na fotografia.
Coitada da "família Real Portuguesa".
ResponderEliminarCompletamente ignorada pelas restantes casas reais Europeias, com quem partilha laços de consanguinidade :-). Nem a família lhes liga!
A esquerda republicana em Inglaterra são os tipos que fazem e lêem o Guardian. Valem zero no país. Sorte a deles.
ResponderEliminarE? Portugal já teve um doido em Belém, o Só-ares, e outro em São Bento, o Sócrates, ambos eleitos.
ResponderEliminarNão te rales. Ao "Costa Concordia" também só lhe ligam em França, e qualquer dia nem isso, quando o Hollande for corrido.
ResponderEliminarA esquerda tem medo que o país perceba que o legado da República é uma merda, sim. São uns ressabiados que tentam desvalorizar tudo o que tenha sido feito antes do 5 de Outubro de 1910, como se o país se tivesse desenvolvido alguma coisa só por causa da República. Tretas!
ResponderEliminarSim, o Guardian é um jornal de paróquia, feito pelo dono e um ajudante e lido por meia dúzia.
ResponderEliminarOs dogmas e os preconceitos são uma chatice... Portugal tem pago bem caro por isso.
ResponderEliminarSem querer entrar em conversa alheia, se a própria República reconhece a existência de uma Familia Real portuguesa é porque esta existe - apenas não reina.
ResponderEliminarMas a república fez mais: por exemplo o seu embaixador no Reino Unido durante a II GG era o Duque de Palmela e o Estado tratava-o como tal.
Mais ainda: o Duque de Bragança tem um lugar (por acaso até acho que nem devia ter) no protocolo do estado. Vá lá saber-se porquê, para os que sabem como as coisas são mas fazem de conta.
Quem lê este comentário fica alarmado: será que a esquerda republicana inglesa se prepara para a fazer subir ao cadafalso?
ResponderEliminarE tinha liberdade de imprensa que é uma coisa muito dificil de explicar a certos ignorantes. Recomenda-se a Wikipedia e as entradas «jornal O Mundo» e «França Borges».
ResponderEliminarNão sei se se babam ou não mas em todo o caso em Portugal não há família real.
ResponderEliminarQuase 80% dos britânicos querem a manutenção da Monarquia. Chega? A esquerda republicana na Grã-Bretanha não chega a 20% do eleitorado, por isso não pense que todos os trabalhistas são republicanos.
ResponderEliminarQuando o Senhor D. Duarte casou era ver quem era mais monárquico....
ResponderEliminarAté o Marocas lá foi à festa. E a estrangeirada também.
Quem disse o contrário? Eu até sou adepto da monarquia britânica. A nossa, em quase oitocentos anos, produziu um dos países mais pobres da Europa, alvo de chacota geral, apesar de termos um império. Não foram 30 nem 50 anos.
ResponderEliminarEste Renato não existe. Deixá-lo.
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