quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Sobre o ódio que consome o País

O verdadeiro problema |das esquerdas| começa na luxúria do ódio. As frentes de esquerda estão para o ódio como o tarado está para o prostíbulo. A esquerda-que-é-a-verdadeira-esquerda precisa de odiar, porque não sabe ver adversários que merecem respeito, só sabe ver inimigos que merecem excomunhão. Era esta a diferença entre o PS, de um lado, e o PCP e Bloco, do outro; os comunistas e neocomunistas viam na “direita” um inimigo schmittiano, o PS via na “direita” um adversário legítimo. Sucede que o espaço do PS sofreu agora uma OPA do ódio radical.

5 comentários:

  1. Excelente e reconfortante crónica, que a semente do bem possa reinar nos nossos corações.

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  2. óptimo o texto de Raposo na observação da realidade actual.
    a Igreja tem 2 mil anos de experiência e sabe como lidar com as ondas:
    deixa-as passar até morrerem na praia.
    os franceses diziam:
    'tout lasse, tout casse, tout passe'

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  3. A esquerda nao tem nada a ver com os delirios de H. Raposo e afinidades. O exercicio e do mais estapafurdio que ha. Reune-se um conjunto de adjectivos negativos e de seguida escreve-se um texto para os encaixar.

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  4. Pois. Ódio já não é privilégio exclusivo da direita.

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  5. Não deixa de ser curioso fazer um texto sobre o ódio em que se compara adversários políticos a tarados em prostíbulos.


    O autor tem futuro na comédia.

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