Não confundo a paixão clubista com a adesão partidária, que entendo como instrumental para a realização de uma determinada estética em que acredito. Nesse sentido, pensando no longo prazo, a boa experiência que constituiu coligação Portugal à Frente e a realidade política dos nossos tempos deveria fazer-nos pensar num projecto de consolidação da associação dos dois partidos. Estou certo que seria possível descobrir um modelo “federativo” que potenciasse a força política dessa união no respeito – ou até reforço - das diferentes tendências que cabem no espectro do centro-direita, como sociais-democratas, liberais, conservadores, democratas cristãos etc. A necessidade sentida por Passos Coelho de formalizar publicamente o fim da coligação é para mim um (expectável) mau sinal. De que Portugal já não está à frente?
É sinal de que o PSD vai ter de ir ajudar o PS a descalçar a bota da frente de esquerda. Só espero que os laranjas não sejam parvos e façam o Costa pagar caro pelo que fez.
ResponderEliminarQue tristeza ler que a paf foi
ResponderEliminarNa verdade a Direita em Portugal é MUITO ESTÚPIDA! Só sabem olhar para o próprio umbigo e não conseguem pôr Portugal à frente dos seus interesses pessoais mesquinhos. "Uma apagada e vil tristeza"!
ResponderEliminarNão está Portugal, poderão estar os portugueses? No acreditar é que está o ganho.
ResponderEliminarpara a próxima há mais
ResponderEliminarpor agora 'cada cal mija cassua'
João Távora
ResponderEliminarNão acrefite em tudo o que dizem.
Passos foi clarinho q vão manter propostas conjuntas.
Esta declaração foi para consumo internp dos 2 partidos. Os q pressionavam Portas para se separar do PSDe os q pressionavam Passoss para
separar do CDS.
São uma minoria esses sim que não põem Portugal à Frente. Não tenho dúvidas q havendo eleições a breve trecho o projecto seguirá em frente.
Costa e os seus aliados à direita julgam q sào mais espertos.Mas terão o q merecem.