A intransigência revelada por António Costa prometendo não viabilizar soluções de governabilidade se não ganhar as eleições, revelam a prioridade de favorecer a sobrevivência (?) do seu partido e deixar cair o país no caos. Perante o mais que provável cenário de quase empate eleitoral esta é uma posição aterradora: quer dizer que, se a coligação vencer sem maioria absoluta não conseguindo viabilizar o orçamento para 2016, “A Constituição não permite ao Presidente dissolver a Assembleia até ao fim do seu mandato; ou que a Assembleia seja dissolvida nos primeiros seis meses do dela. O que significa que Portugal será obrigado a viver sem orçamento (e por duodécimos) no mínimo até Junho-Julho do ano que vem. O que lançaria as finanças públicas num caos, sem falar nas reformas de qualquer tipo, que teriam de ser metidas numa gaveta durante oito meses. Pior ainda, os mercados que hoje nos sustentam a juros razoáveis não tornariam tão cedo a emprestar um tostão à irresponsabilidade indígena.” Afinal quem é que está a fazer uma campanha com base no medo?
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Não é intransigência. É pura chantagem com o eleitorado.
ResponderEliminarlá vai a minha reforma que é tudo o que me resta.
ResponderEliminar'siamo tutti fregati'
Se fôr verdade, e não mera tática eleitoral Costa mostra que é coerente e nunca viabilizará um orçamento da dupla dos irmãos metralha Portas e Passos. Mas sabendo como é o PS , duvido muito que isto não seja mera retórica, e quando chegar a altura, se chegar , pois tudo dependerá do resultado das eleições, o Bloco Central dos interesses e das negociatas, acabará por impôr a sua vontade.
ResponderEliminarNão tivesses comido bifes todos os dias. Tens de levar uma vida mais frugal, como os teus avós.
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