quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Empate técnico - a chave do enigma

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 Estive ontem a ouvir o Paulo Baldaia director TSF na campanha das 22,00h da SIC Noticias (com o Pedro Adão e Silva a fazer contraditório) a desenvolver a extraordinária teoria de que o "empate técnico" será a seu tempo desfeito pelos indecisos, que são afinal eleitores de esquerda disfarçados na expectativa de que se defina a abertura do PS para uma aliança alargada com os blocos e os livres. 


É preciso animar as hostes, pois claro. 

10 comentários:

  1. Mas então queriam que o Paulo, o Baldaia e o Pedro, o Adão e Silva, fizessem campanha por quem?

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  2. Como explico no Twitter, o Sr. Baldaia esquece-se que tanto se pode subtrair como somar a margem de erro.
    Assim a Coligação atingiu a possibilidade de Maioria Absoluta.


    40% + 3,5% de margem de erro = 43,5% para a Coligação (e PS a meio ponto de ficar abaixo de 30%)

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  3. Também ouvi alguém a desenvolver essa teoria: os indecisos são todos de esquerda.
    Esta gente não se enxerga; as palas não deixam.

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  4. A variação dos partidos de extrema esquerda CDU, BE varia mais de 50% entre sondagens. Quando o erro é ~4% ???
    A CDU há mais de 20 anos Q nao chega aos 9%???
    Q há intenção nos merdia para um aumento da abstenção :) .....

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  5. Nada sei dos indecisos. Sei do meu caso. Já decidi há muito o voto em branco. A política económica, com este ou com outro governo será sempre esta - vão perguntar ao Tsipras - mas este governo teve episódios inacreditáveis, todos eles absolutamente evitáveis. Em qualquer país europeu Relvas teria apresentado a demissão de motu proprio - ou não, mas em horas. Ou a recondução do governador do Banco de Portugal - de que Portas diz mal depois meses depois..... Ou a persistência ilegal no inacreditável "acordo ortográfico" ou o vexame do episódio da Guiné Equatorial na CPLP...  um departamento do ministerio dos negocios estrangeiros brasileiro e de algumas lojas maçónicas.
    Mas a hora é de grande aflição? É sempre.  A verdade é que a qualidade dos políticos portugueses está abaixo do admissível e, como diz  Pulido Valente não têm o menor escúpulo em governar  à revelia ou mesmo contra a vontade do eleitorado.
    Não patrocionar tal coisa é um dever.

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  6. o anão, prof dr politólogo, nunca acerta uma

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  7. Um tipo Q vota em branco fa-lo e nao faz propaganda disso!
    A Guiné Equatorial tem o DIREITO de pretencer aos paises de lingua Portugueza independente do governo Q a rege
    Em Anno Bom a lingua falada é a lingua franca Portugueza do seculo XVII


    Lingua franca PORTUGUEZA de Ceuta a Macau

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  8. Meu caro, vá lá a Anno Bom e veja se percebe alguma coisa do que eles dizem, e depois venha-me cá falar em lingua franca portuguesa. O que falam é um criolo, bastante afastado já do português. Se isso é motivo para pertencerem ao PALOP, então certos paises da Ásia também o poderiam ser ;)...

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  9. Olhe se a parolice paga-se imposto...

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  10. Meu caro Josephus, se se quer armar em paladino da lingua portuguesa, aprenda primeiro a escrever correctamente a lingua. "Pagásse", não "paga-se". Olhe que fica fora dos PALOP por incompetência...

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