terça-feira, 18 de agosto de 2015

Como devolver a dignidade à Chefia de Estado?

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Como poderá Portugal voltar a emparceirar com a elite das nações europeias e evitar os tristes espectáculos dos protocandidatos com as suas clientelas e partidos acotovelando-se ávidos para a cadeira de Belém? Acontece que só a instituição real pode ambicionar representar a nossa identidade e unidade transgeracional como Nação, sem clientelas, para além e aquém dos calendários eleitorais. Acontece que Portugal, nação antiga de quase 900 anos de história, possui, como a maior parte dos Países mais civilizados da Europa, uma Casa Real que corporiza Coroa Portuguesa velha como a nossa História. Refirmo-me a S.A.R. Dom Duarte, Duque de Bragança, que em 2006 o Estado português validou como o único e legitimo herdeiro do trono da nossa Pátria ancestral. O que justifica nesta corrida tanto sectarismo, ganância e intriga?


Desenho José Abrantes


 


PS: A discussão sobre o nosso sistema de Chefia de Estado parece que pegou. Para já é um bom principio de conversa.

17 comentários:

  1. "que em 2006 o Estado português validou como o único e legitimo herdeiro do trono da nossa Pátria ancestral."
    E como fez tal maravilha a república portuguesa?
    Para qualquer monárquico e estando a Coroa vaga, haveria eleições - ou qualquer outro processo democrático e sério - para escolha de um chefe do estado.

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  2. O processo tem de ser sempre democrático. O aspecto formal é o que conta menos.
    Quanto ao resto, a vontade popular tem de ser inequívoca e numericamente muito superior aos 50%+1.
    Claro que os portugueses podem optar por continuar como estão: elegendo Bernardinos, Carmonas, Soares, Cavacos, etc. Se acham que estão bem não se queixem do resto.

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  3. Uma boa lição do Sr. Dom Duarte para os sectaristas de direita (entrevista ao jornal I, de 9 de maio deste ano); revela-se um homem equilibrado, com sensibilidade política, e com sabedoria para ver que o bem não está concentrado só num lado do espectro político. Pena não lhe seguirem o exemplo (os socialistas são isto e aquilo, e o diabo a quatro...):


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  4. Estou a ver o...não se pode dizer o nome.. a ir a um encontro da Intersindical.
    Suponho que a seguir mergulhava na banheira para lavar o ranço e depois ia dar uns tiros para esquecer.
    E o Camilo Lourenço? Tinham que lhe prestar primeiros socorros quando o sr. Arménio começasse a falar.

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  5. Obsessivo, rancoroso, associal.
    Manifestamente bipolar.

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  6. eu realmente não lhe disse nada, se bem me parece

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  7. Conseguimos férias por escassas 36 horas. 

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  8. É normal.
    Para um rei não há esquerdas nem direitas.
    O Duque de Bragança foi o primeiro a dizer que os autarcas comunistas eram os que mais respeitavam o património local. Sempre foi por eles bem recebido e acarinhado.

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  9. De acordo. É bom que se reconheça que os partidos de esquerda, que não só o PS, são parceiros de pleno direito da vida política e social, em vez de estar sistematicamente a encará-los como manifestações do demo (os comunistas...o estalinismo...quer dizer, então também deixavam de ir à missa por causa da Inquisição?)
    O que mais me impressiona é o tom de ódio cego que tantos aqui, deste bloggers a comentadores, têm em relação à esquerda. 
    Ex: expressões como "esquerdóide" ou "súcia", são reveladoras de uma raiva difícil de conter a tudo o que seja esquerda, como se as pessoas de esquerda tivessem algum vírus maligno transmissível pelo ar. 
    Impressionante. 

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  10. Eu não costumo manter diálogos na caixa de comentários.
    Mas experimente, por exemplo, ler a mesma nas crónicas do Observador.
    (Omito propositadamente alguns blogs de esquerda, mas se quiser fazer uma pesquisa...).

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  11. 5 comentários em 11.
    Esta dedicação deve ser premiada. Um emprego para o jovem, rápido. Por favor, não é admissível que este blogue de direita explore este precário  de esquerda tão representativo da geração mais bem preparada de sempre.

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  12. A quantidade é inimiga da qualidade.
    A mão-de-obra não é qualificada, o preço não paga o custo

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  13. está tudo a aparecer da toca, pelo que vejo


    a um, só tenho uma coisa a dizer:


    a outro: meta-se na sua vida pois eu não falei consigo

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  14. desculpa lá, mas não é assim. Nós os dois temos um passado.
     Depois de termos enterrado o machado de guerra  - na sequencia do duelo para o qual me desafiaste, pois me querias partir um braço, apesar de teres desistido de façanha tão certa e garantida   no momento da verdade  quando soltaste um gritinho "ai que nojo!" - não podes dizer que nada tens para dizer.  Até porque tu tens sempre algo para dizer. Se há alguém que tem algo para dizer, sempre, és tu. És uma espécie do manel alegre dos pequeninos, a ti ninguém te cala. Ah, e não te esqueças de dar cumprimentos às vozes quando elas falarem contigo. Se elas não aparecerem, não lhes digas nada.

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  15. Olha lá, se é que te dirigias a mim: e eu falei contigo.
    Quem é que se está a meter na vida de quem?
    Quem é que está a violar a Constituição, afinal?


    Isto tem de ser a mesma regra para todos, pá!

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  16. Está um bocado confuso não está?

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