terça-feira, 16 de junho de 2015

Depois de Sócrates, a pedagogia do Syriza

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Com o seu ex líder e primeiro-ministro que conduziu Portugal a um pedido de resgate financeiro preso por suspeitas de corrupção, fuga aos impostos e branqueamento de capitais, o Partido Socialista, que assumiu durante os últimos anos um discurso de rebeldia e irreverência para com os credores e parceiros europeus muito parecido com o do Syriza, tem por estes dias razões de sobra para se preocupar com o desenlace da tragédia Grega que tão bem explica a obstinação de Passos Coelho no confronto com a tormenta. A maior dificuldade dos socialistas será a alteração dum discurso de protesto, cujos laivos fantasiosos perderam definitivamente qualquer credibilidade aos olhos do Portugal profundo. Sem opinião publicada. 

3 comentários:

  1. A maior dificuldade dos socialistas é ter um líder que está numa jaula e um substituto que mete os pés pelas mãos quando faz aquela declaração imbecil sobre a vitória do Tsipras nas eleições e anuncia a Grécia como grande esperança para a Europa. Ainda por cima com o PS lá do sítio acabado de ser dizimado.

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  2. Este dá vontade de rir não fora a hipocrisia, que não surpreende, diga-se.
    Andaram por aqui com a teoria da vacina e arriscam-se a que lhes saia a teoria do contágio.
    Já que é tão monárquico aqui tem o que Carlos v dizia deste gente:
    - os franceses parecem parvos mas são inteligentes;
    - os espanhóis parecem inteligentes mas são parvos;
    - os portugueses parecem parvos e são mesmo.

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  3. Uma coisa é certa na tragédia, o seu personagem é um herói. Teimoso, sim, inflexível, pode ser, mas um herói ainda assim - prendado com coragem e ousadia. 


    Nada que apoiantes do farsola - esse expedito habitante da bunda da Merkel - possam apreciar. Não trará a ignomínia da vil subserviência ao povo grego, como a trouxe ao nosso povo esta corja que nos governa há quatro anos.

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