Acontece que um tio, um bom tio, é uma instituição familiar preciosa, a testemunha privilegiada de que os nossos pais não são uns extraterrestres. Porque um tio tem a vantagem de reflectir os valores da nossa família sem o “peso” das responsabilidades parentais que tanto condicionam o “convívio”. O Tio Manel era isso tudo, pôde ser isso tudo. Aqui deixo o meu modesto tributo: Que Deus o tenha na Sua infinita Glória.
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"Uma vida digna".
ResponderEliminarTens razão, hoje é bem pouco se comparado com o muito que não conseguimos.
Belo texto.
Obrigado, Filipe.
ResponderEliminarHoje assistimos a uma estranha tentativa de nacionalização da "dignidade". Mas continua a ser um atributo intimo, uma construção pessoal, seja num cargo público, numa carteira da escola ou num campo de concentração.
Abraço tipo C. Ronaldo.