sexta-feira, 12 de junho de 2015

Crónica de uma sentida despedida

Acontece que um tio, um bom tio, é uma instituição familiar preciosa, a testemunha privilegiada de que os nossos pais não são uns extraterrestres. Porque um tio tem a vantagem de reflectir os valores da nossa família sem o “peso” das responsabilidades parentais que tanto condicionam o “convívio”. O Tio Manel era isso tudo, pôde ser isso tudo. Aqui deixo o meu modesto tributo: Que Deus o tenha na Sua infinita Glória.

2 comentários:

  1. "Uma vida digna".
    Tens razão, hoje é bem pouco se comparado com o muito que não conseguimos.
    Belo texto.

    ResponderEliminar
  2. Obrigado, Filipe.
    Hoje assistimos a uma estranha tentativa de nacionalização da "dignidade". Mas continua a ser um atributo intimo, uma construção pessoal, seja num cargo público, numa carteira da escola ou num campo de concentração.


    Abraço tipo C. Ronaldo.

    ResponderEliminar

A responsabilidade política de Fernando Alexandre

 Houve quem visse na minha recusa total da ideia infantil que Fernando Alexandre optou pela sua ambição contra o interesse dos alunos uma te...