É verdade, caro Vasco. Desconsola-me a forma como boa parte da opinião publicada faz um desonesto aproveitamento político do ataque terrorista em Paris, responsabilizando por exemplo a “servidão da Europa à austeridade” (Viriato Soromenho Marques hoje no DN) e o “gene da intolerância presente em todas as religiões” (Pedro Marques Lopes também no DN de hoje). Não, as religiões não são todas iguais, e só com má-fé se pode renegar o papel do cristianismo com o seu apelo fundador ao império da misericórdia e ao amor ao próximo na construção da civilização ocidental alicerçada (com avanços e recuos êxitos e equívocos como acontece em toda a obra humana, é certo) no respeito sagrado da liberdade individual. Esta agenda fundamentada numa “teoria da amálgama” só contribui para que não se enfrente o problema com a objectividade necessária. Perdoai-os Senhor, que não sabem o que dizem…
Fotografia da manifestação que reúne os principais lideres europeus a decorrer neste momento em Paris, daqui.
E não sabem o que fazem! E nada aprenderam com Nova Iorque, Madrid e Londres! "Uma apagada e vil tristeza" que só demonstra a ignorância e falta de senso dos nossos pretensos líderes!
ResponderEliminarCaro João,
ResponderEliminarTambém acompanho o que escreves e subscrevo por completo a tua referência à "teoria da amálgama". Mas temos de chamar todos às suas responsabilidades. Enquanto (para o caso da França) os muçulmanos não colaborarem na identificação e denúncia dos terroristas que frequentam as suas comunidades religiosas, teremos sempre o perigo de novos ataques e, consequentemente, a restrição das nossas liberdades.
Vasco Mina,
ResponderEliminarSuponho que com "
É verdade e eu entendo, Vasco. Mas achei importante realçar algo que me parece relevante e que o "politicamente correcto" gosta de desvalorizar.
ResponderEliminarForte abraço!
Basicamente de acordo com o conteúdo do post. Mas, num registo de "faits divers", não pude deixar de sorrir ao notar, na foto que o acompanha, o ar insinuante com que Mahmoud Abbas fala com Angela Merkel.
ResponderEliminar