O que as esquerdas libertárias - que ainda hoje nos ”assombram nas universidades e nos media” - na sua inconfessável simpatia pelos métodos bélicos contra a “ordem democrática e liberal” não esperavam, é que essa metodologia fosse herdada por uma agenda de teor religioso, o chamado “fundamentalismo islâmico”. Essa ironia ajuda a explicar, quanto a mim, a ambiguidade do seu posicionamento face à ameaça do terrorismo e a maquiavélica prioridade dada ao combate à “islamofobia”.
A ler aqui este artigo de Rui Ramos: "Quando os meios justificam os fins: a esquerda radical perante a jihad".
A direita só sabe criticar a esquerda sobre esta matéria mas nunca apresenta a sua visão, as suas propostas para lidar com o radicalismo islâmico no interior da europa. Parecem calimeros. Só se queixam dos outros.
ResponderEliminarEis uma fonte de inspiração para o direitismo, farto de discursos sociológicos e políticas de integração multiculturais:
"Amputação, crucificação e apedrejamento no código penal do Estado Islâmico."
http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=4357397
Aqui não há cá sociologias nem multiculturalismo. É só trocar Estado Islâmico por União Europeia e acabaram as tretas multiculturalistas a Europa.