Legalizar o comércio e cultivo de cannabis a maiores de 18 anos, é como proibir a venda de rebuçados a menores de 16 anos e legaliza-la para os maiores.
Adolescentes que iniciem o consumo de canábis antes de completarem 18 anos poderão perder até oito pontos do seu quociente de inteligência (QI) entre a infância e a idade adulta. (...) segundo os investigadores, há também uma crença generalizada, por parte dos adolescentes, na ausência de riscos no consumo de canábis, uma ideia confirmada ao i por Susana Henriques, do Centro de Investigação e Estudos de Sociologia do ISCTE.
Segundo a investigadora, nos últimos anos tem-se verificado, por um lado, “uma certa desvalorização social do risco associado ao consumo de substâncias psicoactivas, como a canábis”. Por outro lado, há uma “atitude de ‘risco cultivado’ face aos riscos percebidos” – uma atitude motivada pela curiosidade na qual se observa uma “exposição voluntária ao perigo” e que, em última análise, assenta na “expectativa mais ou menos consciente de ultrapassar” essas consequências.
Jornal i - artigo completo aqui
Apesar do estudo de se referir a um uso intensivo e continuado , creio que a proposta do Bloco poderá ir no bom sentido uma vez que legalizando será muito mais fácil controlar o acesso dos adolescentes a esta droga, basta, como no alcool ( que tb mata neurónios :) )de impedir a venda a menores .
ResponderEliminarNenhum dealer vai pedir o BI aos nossos filhos.
Outro aspecto importante tem a ver com a inexistencia de um controlo de qualidade relativamente à droga que é vendida na rua que, sendo adulterada pode conter substâncias bem mais perigosas do que a própria droga.
outro aspecto importante do estudo é que o uso por adultos não parece indicar qualquer problema no que toca ao QI. e creio que o bloco não quer legalizar a venda a menores, ou quer?
ResponderEliminarÉ como legalizar a venda de rebuçados a maiores de 16 anos e proibir aos menores.
ResponderEliminarOs traficantes agradecem.
ou como legalizar a venda de alcool a adultos e proibir a venda as menores.
ResponderEliminaro que há mais é traficantes de alcool.
Não chega já uma desgraça?
ResponderEliminarDo prof. João Semedo e da neta, a actriz Catarina Martins.
ResponderEliminaro preconceito é uma coisa muito feia.. é que os que iniciam o consumo da droga culturalmente enquadrada , vulgo vinhaça , entre a infância e os 18 anos , não só perdem neurónios , como danificam vários órgãos , sobretudo o fígado , mas não só. e é vê-los , à noite , a beberem como carroceiros e a fazerem tristes figuras. além disso , os custos sociais e económicos do consumo de álcool são bastante mais elevados até que os das drogas duras : acidentes de trabalho gravíssimos ( o pessoal do norte depois do almoço vai para a serralharia cos copos , por exemplo , e de vez em quando lá vai dedo , às vezes mão.. e tb caem dos andaimes) , de tráfico , violência doméstica ( os bêbados que sovam a família inteira ) e muitas doenças incapacitantes e de tratamento caro. tudo isto apesar de haver uma "educação" cultural para o consumo de álcool e claro que há quem se" eduque" e use álcool com moderação e saiba que não se trabalha não se conduz nem se estuda sob o efeito de substâncias , e o mesmo se aplica aos que gostam de um charro e não abusam , apesar de nunca ninguém os ter "educado" para um consumo racional.
ResponderEliminarAs desgraças por culpa do álcool são de há muitos anos na nossa terra, procurar aí desculpa para somar-lhes mais desgraças e maiores por culpa de drogas de todo o tipo não lembrava ao careca, mas lembra a quem procura desculpas parvas para nelas se afogar.
ResponderEliminarsó o pessoal do norte é que bebe????
ResponderEliminareu não estava a desculpabilizar nada , em todo caso a responsabilizar pessoas e comportamentos. mas se os malefícios do álcool são há tanto tempo conhecidos pq é que continua permitido , ai a tola ? é por ser há muito tempo " que virou tradição e tudo bem.. ?"
ResponderEliminarEsse é um método politica e filosoficamente inovador: o duplo padrão é o resultado de uma lista de espera e como o álcool chegou primeiro, paga a canabis.
ResponderEliminarPor acaso, como conservador e cristão , prefiro a regra da Inglaterra Vitoriana proibia a desordeira bebedeira pública, mas não interferia no que adultos consumiam em casa.
Mas isto sou eu, conservador e cristão, e não o João que é um progressista com amor à regulação da vida privada.
Caro Filipe, não me chame nomes desses por favor. Como bom conservador, não o quero obrigar a concordar comigo. Mas se quiser mais bibliografia (não cientifica, na 1ª pessoa) sirva-se aqui.
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