Quaisquer eleições que decorram nos países mais influentes da geopolítica europeia deverão constituir motivo de interesse noticioso e análise doméstica. Mesmo assim, a repercussão mediática das eleições francesas pareceu-me desmesurada, por vezes intrusiva até. Tal como o voto em promessas impossíveis, a vontade dos nossos jornalistas e analistas não chega para que alterar a dura realidade de uma Europa em profunda crise.
Hoje em dia, qualquer assunto enche completamente os noticiários e as mesas dos paineleiros durante horas e horas, isto em dias e dias a fio. Mas depois cai no mais completo esquecimento.
ResponderEliminarRecentemente, tivemos o caso do Pingo Doce.
Antes, foi a ausência de três tristes gatos pingados das cerimónias do 25/A.
E assim sucessivamente.
Recordo até que não há muito o assunto de vários dias foi a maçonaria. Com que consequências ou resultados? Z-E-R-O.
Com um discurso de vitória daqueles perdemos todos... os pais e mães da França já perderam os filhos, que parece agora serem do Estado; a Europa parece perder a vergonha da dívida, a caminho de défices excessivos superiores... Hollande parece mais Allende...
ResponderEliminarMas as eleições eem França possibilitaram uma boa hipótese de escapismo...
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