Comprova-se como Portugal é um País dominado por marçanos quando a promoção duma cadeia de supermercados é controvérsia para abertura de vários telejornais, debates televisivos e radiofónicos, com honra de inflamadas alocuções no parlamento da nação.
* são do melhor que temos, concorrem com os melhores da Europa.
o senhor acaba de cair em contradição. então não costuma aqui, de um forma recorrente, insurgir-se em relação ao consumismo desenfreado e agora considera um louvor esta acção agressiva do dito "merceeiro" . então em que é que ficamos? e para que conste eu não sou da esquerda caviar nem nada que se lhe possa aproximar.
ResponderEliminarEste documentário é dedicado a si:
ResponderEliminarhttp://oourico.blogs.sapo.pt/243158.html
Um bem haja.
Parece-me que o "mas" tem que se informar melhor sobre o que quer dizer "consumismo". Posso ajudar: consumismo não é certamente encher a despensa com preços de promoção. Consumismo é uma existência "justificada" na posse "per si". Não só de bens.
ResponderEliminarCumprimentos
Caro Nelson, pelo pouco que vi (infelizmente não tenho tempo hoje para mais) parece-me um reportagem interessante, mas que em nada tem a ver com a minha observação.
ResponderEliminarSou defensor de um estado regulador musculado, pois sou tendencialmente liberal. Depois temos as economias emergentes e o comércio livre a baralhar-nos as contas...
Cordeais saudações,
Caro João,
ResponderEliminarEu sou essencialmente um amigo dos trabalhadores e da classe operária e agrícola por questões de ascendência familiar.
Devo-lhe confessar que os meus alarmes começam a soar sempre que vejo empresas como Continente, Pingo Doces e afins a abarcarem em promoções que, essencialmente, visam a lesar os produtores e em geral o sector primário. Agora responda-me? Se um pequeno produtor não estiver associado a uma cooperativa, como poderá ele competir com restantes produtores?
A parte de mão-de-obra gratuita também não é novidade, pelo menos para mim.
Basta ver as listas do centro de emprego e perceber que, grande parte das empresas e/ou companhias usam as bolsas de desemprego que criam para, à posteriori, baixar o valor da mão de obra. Não é ético, pois não? Mas está a ser a prática corrente de uns meses para cá.
Se fizer um pequeno exercício de pesquisa em hospitais como Covões ou Hospital Universitário de Coimbra, perceberá que estão a recrutar em grande parte dos casos, médicos de especialidade a ganharem em grande parte dos casos, abaixo de 1500 euros, o que é extremamente injusto dado ao número de horas e ao serviço que prestam.