Para Augusto Ferreira do Amaral, “pode ser negociado um plano que leve a família Bragança a ter uma presença mínima na Fundação”. O fundador do PPM, Gonçalo Ribeiro Telles, espera “um gesto” de Marcelo para pacificar as relações entre os Braganças e a Fundação. Mas o gesto ainda não chegou.
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Se esconde as contas de 2010 (e já nem se fala das de 2011), vai-se a ver e é uma instituição republicana.
ResponderEliminarZangam-se as comadres...
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