quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Acabar com o semi-presidencialismo redundante era já uma poupança em dinheiro mas principalmente em ineficácia

O senhor Presidente da República acha perfeitamente normal e possível que a economia nacional seja alimentada pelo investimento e pela despesa pública e que o Estado se endivide o necessário e o suficiente para manter bem gordinhas as empresas que só sobrevivem com as obras e os consumos das autarquias, das regiões autónomas e da monstruosa administração central. (...)


A determinação (do Iº ministro em cumprir o acordo com a Troica) é boa e obviamente que um governo responsável não tem mesmo outro remédio. Mas como há muitas maneiras de levar a água ao moinho e o hábito faz o monge, é preciso avisar Pedro Passos Coelho de que aumentar impostos não é de certeza o caminho certo para Portugal, os portugueses, a economia e o emprego. Cumprir o programa pelo lado da receita é matar de vez o crescimento económico e atirar mais portugueses para a miséria absoluta. Ler mais»»»


 


António Ribeiro Ferreira no jornal I 

1 comentário:

  1. Pois, no fundo eles apenas querem uma dilação de uns, digamos, dez anos, de modo a que possam partir deste mundo de barriguinha cheia. Depois, os Passos do futuro poderão cortar à vontade. Deve ser isso...

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