Na sua crónica, «A beleza das mentiras», o nosso José Luís Nunes Martins — cujos escritos costumo seguir com interesse — releva-nos para algo que eu considero um equívoco - que nestas matérias da especulação filosófica o será no mínimo em termos parciais. Assim desaafiado trevi-me a uma resposta que hoje é publicada no jornal i. Trata da relativização e descrença na Palavra, terrível sinal de decadência civilizacional, já que é através dela que verdadeiramente temos existência: na relação. A ler aqui»»»»
Fotografia Jornal i, DR
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