Suspeito que a mais recente campanha da Benetton relegará definitivamente a marca para um obscuro nicho comercial. Duvido desta violenta estratégia de “chocar” o mundo inteiro, com uma pesunçosa campanha pelo fim do ódio entre todos… os outros. O mundo está cheio destes moralistas pós-modernos, prontos a apedrejar os seus semelhantes, por valores que julgam abstractos, mas que dependem em primeiro lugar de cada uma das suas próprias atitudes. Difícil, não é?
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O João Távora está a colaborar na campanha? A Benneton não precisa, mas agradece na mesma. Já se vê que vai ser um êxito.
ResponderEliminarLindo, lindo era ver um representante dos "Indignados" a dar um xôxo no CEO da Benetton.
ResponderEliminarindependentemente da minha opinião pessoal, eu acho que a campanha está a ser um sucesso e não acredito, de todo, nessa história da Benetton ser relegada para um nicho, parece-me "wishful thinking".
ResponderEliminarsampy, os "indignados" são uns depravados, uns imorais, não duvido nada que um desses fosse capaz de uma coisa dessas. O sampy também está na campanha?
ResponderEliminarParece que foram colocar os cartazes ao pé da Santa Sé mas, infelizmente e por falta de lembrança, se esqueceram de os mandar exibir também no Cairo, junto à mesquita.
ResponderEliminarE diz que na Coreia do Norte, na Palestina, na Venezuela, também tiveram a mesma irritante falta de lembrança.
Se têm posto o Anacleto Louçã ou o Jerónimo de Sousa às beijocas ao Mário Machado do PNR, essa cambada que acha tanta graça à coisa ia naturalmente ficar histérica.
ResponderEliminarCampanha rasca de uma marca que não se sabe dar ao respeito!!!
ResponderEliminarConcordo.
ResponderEliminarass: Indignada
Muito bom!
ResponderEliminarPor isso é que nós e os visados devem ignorar o mau gosto, meu caro João.
ResponderEliminarClaro que estou. É optimo para o negócio.
ResponderEliminarDa contrafacção.
Muito bom, o seu comentário. Eduardo Cintra Torres
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