terça-feira, 8 de novembro de 2011

Greve nos transportes: o bloqueio ao trabalho

 


O monstro insaciável 


 


A série de greves que hoje se iniciam nas empresas de transportes constitui uma aviltante afronta aos portugueses que ainda têm emprego e cujos impostos as sustentam. A verdade é que a alimentação dessas insaciáveis empresas públicas é um penoso dever de cada vez menos contribuintes: são cada vez menos aqueles que diariamente por mérito e num constante desafio ao empreendedorismo e esforço de trabalho lutam pelo sucesso ou sobrevivência dos seus projectos, avenças, empresas ou simples postos de trabalho em empresas privadas.


Repito: nas actuais circunstâncias, que qualquer classe bafejada com empregos vitalícios, independentes de mérito, eficácia ou rentabilidade, faça uma greve parece-me uma aviltante afronta para com os que a custo lutam pela sobrevivência. Uma imoralidade patrocinada pelos sindicatos que hoje se tornaram em forças cegas de conservadorismo na defessa dos interesses e privilégios de meia dúzia de castas e corporações.


 


Texto recuperado e adaptado originalmente publicado legislatura anterior

7 comentários:

  1. Declaro todo o meu apoio à greve no Metro do Mondego.

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  2. Subscrevo integralmente.

    Os sindicalistas  estão a fazer prova de vida.

    Esta malta só percebe o que está em causa, quando a Transtejo - por exemplo - abrir efectiva falência e o maltinha for toda para o desemprego.

    Entretanto até às 16:00 horas estou a trabalhar apenas para pagar impostos - também para  financiar os 1,2 milhões de prejuízo que  a greve hoje causa.

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  3. Sim, mas desde que seja apenas no conselho de administração e de forma permanente!!! O resto deve trabalhar e acabar finalmente com a obra do M. Mondego.
    De preferência cortava-se já com o trânsito na Rua da Sofia!!!

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  4. Os Sr. da CP, desde o mais "pequeno" maquinista ao Pres. do Conselho de Administração não passam de parasitas e exploradores, lutam por direitos que mais ninguém no país tem.
    Quem ganha com uma semana de greve? Os utentes? Não! Só a própria CP que já vendeu os passes e agora não gasta com o material circulante.
    A solução é uma requisição civil, nem que seja com o apoio do exército!

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  5. Nem a CP ganha, pois vai gastar o "lucro" a pagar horas extraordinárias para recuperação dos atrasos de circulação gerados pela greve. Ou seja: os grevistas acabam por recuperar no tempo extra o carcanhol que aparentemente tinham perdido à conta da paralisação no tempo normal de serviço. Assim, até dá gosto fazer greve!

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  6. Sem dúvida: tornam reféns todos os outros trabalhadores e ainda falam em nome deles.

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  7. javascript:nicTemp(); (http://dornojoelho.blogspot.com/2011/11/as-greves-sao-um-direito.html)

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