domingo, 9 de outubro de 2011

Uma maçã é uma maçã, ou um capitalista com boa imprensa


 


De facto há “qualquer coisa de patético no coro de admiração beata que se colou à notícia da morte de Steve Jobs”, mais ainda se repararmos que boa parte dos seus fervorosos crentes provém da modelar esquerda pseudo-intelectual que usa verberar contra os mercados, a cobiça e o diabólico capital. De Steve Jobs não consta que tenha necessitado dos serviços dum ministro da economia, recebido subsídios ou encomendas de governos, aprovisionado árabes ou indignados de qualquer outra espécie: foi um capitalista com boa imprensa, fundador e mentor dum negócio de sucesso global e elitista que tem como alvo os mais ricos e afortunados consumidores do mundo. Muitos deles terão até usado as suas sofisticadas geringonças a especular no mercado financeiro.  

2 comentários:

  1. Caro João:

    De facto é um pouco "bacoco" louvar alguém que em 30 anos revolucionou por completo a tecnologia existente e a colocou ao serviço do comum dos cidadãos...
    Por falar em bacocos, questiono-me o que terá feito João Lopes de semelhante dimensão...
    Não tenho I-Phone, I-pad e nem sequer sou fã da marca ou consumidor de qualquer um dos seus produtos, no entanto não posso deixar de reconhecer a perseverança de uma pessoa como Steve Jobs.
    Quanto ao MP3, não é mais do que um upgrade do walkman e discman, noutro formato e de portabilidade melhorada!
    Uma opinião infeliz que tenta colar mercados, capitalismo e esquerda, numa salganhada que nada tem que ver com a pessoa Steve Jobs!

    Cumprimentos

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