sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Não sou de intrigas mas...


 


No meio do funesto panorama de “ajustamento” (que palavra tão asséptica!) obtêm pouco significado político este tipo de subtilezas: as instituições de solidariedade social vão escapar ao aumento da taxa de IRC que lhes estava destinado pelo acordo assinado com a tróica, assim como a vinicultura, a agricultura e as pescas se manterão na taxa intermédia do IVA.

4 comentários:


  1. então este é um Governo que não serve ao país

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  2. Quanto às instituições de solidariedade social:
    - a maior parte das suas receitas são subvenções estatais. Assim, para quê o Estado estar a taxar? Mais vale reduzir a subvenção. É mais rápido e simples.
    - o resto das receitas vem de donativos. Com os cortes de salários e pensões vão reduzir drasticamente.
    - tudo o que façam de bom, é trabalho que tiram ao Estado. E normalmente são exemplares na gestão dos seus orçamentos. Que é que o Estado ganhava em estrangulá-las ou obrigá-las a fechar portas?...

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  3. Quanto aos vinhos, estou com o João Miranda do Blasfémias: tem de ser produto para exportação. Para consumo interno, tem de ser taxado como artigo de luxo: quem tem dinheiro que o beba; os outros contentem-se com água (ou façam-no em casa, como antigamente).

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  4. Como os escoceses fazem com o whisky!!! 
    Também podem beber cerveja além da água...

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