No meio do funesto panorama de “ajustamento” (que palavra tão asséptica!) obtêm pouco significado político este tipo de subtilezas: as instituições de solidariedade social vão escapar ao aumento da taxa de IRC que lhes estava destinado pelo acordo assinado com a tróica, assim como a vinicultura, a agricultura e as pescas se manterão na taxa intermédia do IVA.
ResponderEliminarentão este é um Governo que não serve ao país
Quanto às instituições de solidariedade social:
ResponderEliminar- a maior parte das suas receitas são subvenções estatais. Assim, para quê o Estado estar a taxar? Mais vale reduzir a subvenção. É mais rápido e simples.
- o resto das receitas vem de donativos. Com os cortes de salários e pensões vão reduzir drasticamente.
- tudo o que façam de bom, é trabalho que tiram ao Estado. E normalmente são exemplares na gestão dos seus orçamentos. Que é que o Estado ganhava em estrangulá-las ou obrigá-las a fechar portas?...
Quanto aos vinhos, estou com o João Miranda do Blasfémias: tem de ser produto para exportação. Para consumo interno, tem de ser taxado como artigo de luxo: quem tem dinheiro que o beba; os outros contentem-se com água (ou façam-no em casa, como antigamente).
ResponderEliminarComo os escoceses fazem com o whisky!!!
ResponderEliminarTambém podem beber cerveja além da água...