Já devíamos estar habituados à inata ingenuidade da esquerda burocrática e cortesã, que não quer, nunca quis saber da genuína natureza de qualquer “negócio”, muito menos da sua etimologia - negotium, contração do advérbio nec (não) e o substantivo otium (ócio) = trabalho. Nesse sentido entende-se o agastamento socialista, ao constatarem a falência da quimera do capitalismo populista. Como os comunistas se tornaram inconsoláveis órfãos nos anos noventa, assim ficaram os socialistas e a lunática geração de sessenta, ao fim da primeira década de dois mil com a crise das dívidas soberanas. De resto, é óbvio que “a solidariedade”, das pessoas, dos Estados, das empresas, só vem depois da riqueza. Não há, nunca houve, almoços grátis.
Como diz um professor meu, hoje a liberdade não pode ceder e ser destruída em nome da solidariedade/fraternidade, como foi um dia em nome da igualdade.
ResponderEliminarÉ necessário garantir um ponto útil entre os direitos essenciais de cada pessoa, o que se consegue mais facilmente sem o Estado, do que com o Estado.
A solidariedade é assegurada, em primeira, linha pelas IPSS (na sua maioria Católicas e confessionais), não pelo Instituto da Segurança Social.
Essa é a grande falácia da esquerda, nunca percebeu a natureza humana e que produzir diktats sobre todos, sem que governe bem ou conscientemente.
O liberalismo quer que sejam todos igualmente rico, por isso se baseia na riqueza das Nações, a esquerda quer que sejam todos igualmente pobres (com a excepção do secretariado nacional e do secretário-geral), daí a mão fechada!