sexta-feira, 20 de maio de 2011

Uma triste sina, ou um pesadelo mesmo

 


Ontem no meio de já tantas preocupações que assaltam o meu quotidiano, em conversa com amigos acometeu-me um sobressalto, ao equacionar os futuros “presidenciáveis” com que inevitavelmente seremos brindados para o futuro pós Cavaco. Como se já não bastasse o vexatório histórico de chefes de Estado nos últimos 100 anos, daqui a pouco mais de quatro, estaremos sujeitos a ver sentados em Belém, personagens sinistras ou bizarras como José Sócrates, António Guterres ou até quem sabe um “desertor” como Durão Barroso.
Estes são os símbolos que a república destina ao seu Povo, a “benigna ficção”, curiosa definição que Miguel Morgado dá ao cargo de Presidente, a que os portugueses têm direito. Afundados no mais profundo desânimo e descrença moral.
Enfim, deixemos isto por agora que a cada dia basta a sua pena.

4 comentários:

  1. O PSD já tem candidatos possíveis:
    1. Fernando Nogueira
    2. Fernando Nobre
    3. Marques Mendes
    4. Durão Barroso
    5. (aquele que o CDS prefere) Santana Lopes

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  2. Exactamente. Também já tinha pensado nisso. Do que serve votar num chefe de Estado se a qualidade do que existe para escolher é miserável? E falta incluir na lista o sempre "presidenciável" Proença de Carvalho vá-se lá saber porquê...

    Por acaso achei piada esta semana a um jornalista do "Guardian" que comentava as manchetes dos jornais britânicos do dia seguinte e, apesar de ser republicano, estava rendido ao desempenho da Raínha Isabel II na Irlanda e de como ela é totalmente profissional e prestigia o Reino Unido nas deslocações ao estrangeiro. E depois comparava-a ao que se via em repúblicas do outro lado do canal, referindo-se obviamente à França e a Sarkozy, o actual presidente, e a Strauss-Kahn, o aspirante, cada um pior que o outro. Não é preciso dizer mais nada. 

    Não tenho dúvidas que a falta de qualidade dos actores políticos será um factor que fará aumentar o descontentamento com o actual regime. A popularidade da Casa Real portuguesa vai subir, mas daí a haver uma reinstauração da Monarquia... Não há burguês do sistema que não sonhe com Belém.

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  3. Porque não Bagão Félix?

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  4. À terceira é de vez e o rapaz ainda é novo, só vai nos 76, terá uns 80 daqui a pouco mais de quatro: vai ser o Alegre.
    Estamos safos.

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