Se consigo perceber as manifestações de regozijo pela morte de Bin Laden por parte daqueles que mais de perto viveram os massacres de que ele foi responsável, importa ter em conta que o significado do facto é pouco mais do que simbólico. Até porque do ponto de vista da “substância”, no imediato, a ameaça terrorista só piora. De resto, há simbolismos edificantes e outros nem tanto: parece-me que a exaltação do feito e exibição despudorada do troféu, mesmo que de um monstro alienado, releva-nos para aquilo que todos temos de parecido com ele.
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Esta notícia é boa para os EUA de duas formas. Se for verdade, vingam-se do Bin Laden e da Al-Qaeda, o que é bom para o moral. Se for mentira, e a Casa Branca tiver montado uma encenação para subir a popularidade de Barack Obama (como defendem os defensores de teorias da conspiração), a verdade acabará sempre por ser revelada e Obama não será reeleito.
ResponderEliminarAh bom, felizmente nós aqui não vivemos de perto os massacres de que ele foi responsável. Para não falar de Nova Iorque, Londres e Madrid ficam muito longe e os transportes para lá são maus.
ResponderEliminarConcordo plenamente com o seu post João. Como cristão não me consigo regozijar com a morte de nenhum ser humano mesmo no caso em que penso que o mundo fica melhor sem ele.
ResponderEliminarÉ tão importante o regozijo pela morte desse "moiro" como o foi de Che Guevara, Ceausesco ou outro qualquer criminoso homicida em larga escala!
ResponderEliminarVamos aguardar pelas provas Americanas serenamente, já que as fotos Paquistanesas são forte candidato a aldrabice pegada do ano 2011 :
ResponderEliminarAquilo que todos temos de parecido com ele passa por regozijar com a sua morte. A violência não combate a violência, antes a aumenta. O que queremos? Vingança ou caminhos de paz?
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ResponderEliminarEste terrorista devia ser esfolado vivo.
Só fico preocupado com alguns «cristãos» aqui que apoiam a pena de morte.
Caro João Távora lamento não partilhar o seu sentimento de caridade cristã, que aplaudo pois revela uma sensibilidade humanista, que reconheço não tenho. Escrito isto, realmente regozijar-me com a morte de um criminoso também não é coisa que faça, mas seria hipócrita se escrevesse não me sentir satisfeito com o facto, não tenho qualquer solidariedade, por muito pouca que seja com tal individuo, pois considero que qualquer pessoa ou organização, que intencionalmente e de forma indiscriminada assassine civis, independentemente das causas que defendam ou pretendam defender, são criminosos que perderam o estatuto de seres humanos e sem dúvida merecedores de sofrerem a pena capital, a piedade é demasiado valiosa para ser esbanjada em indivíduos como este.
ResponderEliminar"Até porque do ponto de vista da “substância”, no imediato, a ameaça terrorista só piora."
ResponderEliminar-Porquê? os islamistas radicais estavam a plantar couves muito contentes e agora vão começar a planear outro 11 de Setembro.
Vai haver resposta que é o que acontece em guerra e o que estamos interessados em que aconteça. Pois será uma resposta não tão bem planeada e preparada.
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"De resto, há simbolismos edificantes e outros nem tanto: parece-me que a exaltação do feito e exibição despudorada do troféu, mesmo que de um monstro alienado, releva-nos para aquilo que todos temos de parecido com ele."
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Ou seja prefere fingir que não há guerra.
ResponderEliminarJesus Christ !
Olho por olho, dente por dente ?
Onde vai parar o nosso querido planeta azul ?
Eleve-se o nível civilizacional, não nos deixemos arrastar por teses retrógradas que nos conduzirão a uma imensa coboiada global em que as armas não se ficam por "colts 45" e "winchesters".
Pregam no deserto os arautos da paz ...(M.Gandhi, J.PauloII, Dalai Lama,..)
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