A militância monárquica jamais poderá ser encarada como uma questão binária, de tudo ou nada, dependente de resultados absolutos, deverá antes ser motivada pela afirmação, em todo um território intermédio, porta a porta, alma a alma, dos valores da pátria portuguesa reflectida na centenária Instituição Real, reserva moral dum nobre povo com direito ao futuro, para além dos novecentos anos de história.
Porque cada mente arrancada à ignorância, ou alma desperta para a dúvida, significa um pequeno mas essencial passo no caminho para um país menos decadente e inóspito.
Isto agora, com a propaganda do dia do real casamento, que se aproxima a passos largos, vai.
ResponderEliminarEssa é boa...
ResponderEliminarA bandeira monárquica portuguesa hasteada por um soldado soviético.
Os cérebros andam empedernidos mas com verdade e lucidez o regime irá ser questionado.
ResponderEliminarabraço
Os monárquicos passadistas,estão convencidos que todos os portugueses só leram a história de Portugal que nos foi impingida pelo antigo regime.
ResponderEliminarE que ninguem sabe o que foi a vergonha dos ultimos anos da monarquia!!!
Caro João Távora, esta imagem de um soldado soviético a arvorar a bandeira constitucionalista, em Berlim, é um pouco estranha.
ResponderEliminarA noiva:
ResponderEliminarhttp://www.blogdehumor.com/wp-content/2010/02/disfraz13-1600x1200.jpg
Caro Velho não é a bandeira constitucionalista, apenas vigorou após 1830, durante 10 anos foi a bandeira apenas branca que serviu de estandarte nacional, até seria preferível à azul e branca.
ResponderEliminarEm todo o caso a própria bandeira verde-rubra é mais próxima da verdadeira bandeira nacional (a da casa de Avis) que a dos Bejas!
Caro Velho da Floresta: trata-se de uma bela metáfora que por respeito me escuso explicar.
ResponderEliminarAbraço
Não percebi a metáfora. Pode-me explicar? Explicar uma coisa não é falta de respeito nenhuma!
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