Há uma imensidade de séculos que os homens julgam ter atingido os píncaros do progresso e da modernidade. Ontem, como hoje, como daqui a quinhentos anos, será um risco colocar um engenho nuclear nas mãos de dum individuo... se ele não for bom.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
O jornalismo que mente
João Miguel Tavares fez uma crónica recente sobre a dificuldade do debate público sério, usando apenas políticos para demonstrar como se dis...
-
"Desencadeado a 28 de fevereiro por um ataque norte-americano e israelita ao Irão, o conflito alastrou-se a grande parte do Médio Orien...
-
Estou cada vez mais irritado (e é difícil ficar ainda mais irritado, partindo do ponto em que estou) com a falta de qualidade e a estupidez...
-
Sabendo de como é coisa complexa e eu sei pouco do assunto, não perdi muito tempo a ver os pormenores das alterações ao código do trabalho. ...
Se ele for bom não precisa da arma nuclear para seja o que for.
ResponderEliminarJoão Távora:
ResponderEliminar???
Conhece algum indivíduo que seja bom
ao ponto de se lhe "colocar uma arma nuclear nas mãos".
Eu, por mim, digo: Bastará que alguém a queira nas mãos, para deixar, "ipso facto", de poder ser considerado "bom", no sentido moral que eu julgo ter percebido das suas palavras!
Recordo-me, João Távora, quem foi que usou essa arma nas únicas duas vezes em que ela foi lançada sobre populações. Depois de me recordar isso, poderemos então discutir o assunto no exacto âmbito a que se refere o seu "post". É que, quando existem factos, deve ser por aí que se deve começar qualquer julgamento. As intenções servem, quando muito, para agravar ou atenuar o peso da sentença.
Cumprimentos.
lamentavelmente não consegui expressar o meu pensamento. O equivoco que eu quis salientar é o da inexistência da humanidade com como um corpo com capacidade de evolução ou aprendizagem: há apenas (?) indivíduos que, com os seus traços e circunstancias podem evoluir para o mal ou para a santidade. Ou seja: a suposta "entidade" humana está basicamente na mesma. Resta ao individuo o esforço de melhorar.
ResponderEliminarPois é, João Távora, mas eu disse exactamente aquilo que pretendia dizer.
ResponderEliminarIsto resulta do esforço que há muito faço para me afastar do politicamente correcto e do discurso dominante. Porque o discurso dominante, é só isso, dominante. Não passa de uma forma insidiosa de veicular um totalitarismo intelectual de raiz oportunista.
Hoje, dou por mim a raciocinar de um modo mais livre e evitando ter o espírito formatado. Para mim, é bom porque é bom e não porque é azul ou amarelo.
Este é o ensinamento que se colhe, por exemplo, da parábola do bom samaritano...
Apesar disso eu não sou tão pessimista no que respeita à evolução do homem.
O homem é ele próprio e as suas circunstâncias. Não se pode ter, ao mesmo tempo, o sol na eira e a chuva no nabal. Não podemos querer uma sociedade ultra competitiva e gananciosa, em que vale tudo para nos elevarmos e, depois, lamentarmos a perda de valores, da ética e da moral. Esse é o embuste do mundo de hoje. Embuste, sim, porque nem sequer merece que se fale de utopia.
Cumprimentos.