Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
O jornalismo que mente
João Miguel Tavares fez uma crónica recente sobre a dificuldade do debate público sério, usando apenas políticos para demonstrar como se dis...
-
"Desencadeado a 28 de fevereiro por um ataque norte-americano e israelita ao Irão, o conflito alastrou-se a grande parte do Médio Orien...
-
Estou cada vez mais irritado (e é difícil ficar ainda mais irritado, partindo do ponto em que estou) com a falta de qualidade e a estupidez...
-
Sabendo de como é coisa complexa e eu sei pouco do assunto, não perdi muito tempo a ver os pormenores das alterações ao código do trabalho. ...

Esta frase parece talhada para aquele artigo do historiador Rui Ramos! Já reparou na minha aptidão para me fazer de, aquilo que efectivamente até sou meio, parvo?
ResponderEliminarClaro: um rei assassinado sempre é diferente de um plebeu, seja ele, sei lá, escritor, pintor, cirurgião, arquitecto, navegador, explorador, guerreiro, bispo, etc, etc, etc.
ResponderEliminarCaro João,
ResponderEliminarMorrer um Rei é como morrer um pai.
O primeiro post no meu blogue serviu para recordar um homem que meu avô me ensinou a respeitar. O meu avô foi o marinheiro do leme no navio D. Amélia e D. Carlos gostou dele ao ponto de o levar para terra, onde se tornaram companheiros das caçadas, porque o meu avô era considerado o melhor atirador da época.
Abraço
Permita-me, João, que transcreva uma frase impressiva de Rui Ramos, no artigo da «Atlântico»: "Se quisermos imaginar um século XX sem Salazar, é preciso imaginá-lo sem a dominação do Estado pelo Partido Republicano entre 1910 e 1926- e nesse caso, é preciso imaginá-lo com D.Carlos"
ResponderEliminarEu que sou republicano,católico,curvo-me,perante a imagem deste rei culto e, que gostava do seu povo,é sem dúvida um facto triste da história portuguesa, que diz tanto a si João.
ResponderEliminarUm abraço.
"Morrer um rei é como morrer um pai?" Mas está tudo doido? De um lado, dão-se vivas aos gajos que mataram o rei. Do outro lado, chora-se a morte de um rei que morreu há cem anos, como se fosse (imagine-se)... o próprio pai. Este país se não existisse teria de ser inventado pelos Monty Python.
ResponderEliminarEu ia a escrever: há cem anos morreu um homem. Mas tive de corrigir para: há cem anos morreram em Portugal muitos homens, contando-se entre eles o Rei, título que se aplicava, na altura, ao Chefe do Estado.
ResponderEliminarEra, com certeza, uma pessoa estimável e de valor, tal como os seus adversários políticos também o eram.
Ao Manuel Leão: homem de valor era D. Carlos, disso ninguém tem dúvidas. Valorosa - quase um autêntico ministério dos assuntos sociais antes do seu tempo -, era D. Amélia. Mas,
ResponderEliminar- valoroso o nepotista, caceteiro e chefe de quadrilhas de assassinos como o Afonso Costa?
- valoroso o Almeida, organizador dos bombistas, descarado demagogo, incompetente? Em quê?
- valoroso o pior intriguista e oportunista da época, o baraão de Joane, conhecido como Bernardino Machado, tão escandalosamente incompetente que foi por duas vezes deposto?
- valorosa, toda a canalha que impôs à bruta a vontade de alguns, como a organização costista Formiga Branca? Valorosos eram os quadrilheiros do Abel Olímpio (o Dente d'Ouro) que conduziram a Camioneta Fantasma naquele sangrento e repulsivo trajecto?
- valorosa foi aquela política de repressão, cerceamento de liberdades, corte absoluto nos cadernos eleitorais, esmagamento dos sindicatos?
- valorosa foi a política de carne para canhão, enviando dezenas de milhares de pés rapado, sem preparação, mal armados e ineptamente comandados para a Flandres? E isto com o único e exclusivo fim de obter um ténue reconhecimento do regime de carniceiros que por cá medrava?
- valorosa a política de desastre económico que conduziu a tremendos escândalos que acabaram por liquidar o regime em 1926?
Pois...