Temos connosco a Monarquia, por fim! A GN(R?) aderiu ao Movimento. E, logo para mostrar serviço, deteve um gang que, munido de martelos, assaltava idosos em Olhão.
Olhão... - que bem merece o seu nome completo: Olhão da Restauração.
Nota: fotografia absolutamente fidedigna, colhida na televisão às 14:00, com as bandeiras da Fundação e de Portugal já no seu local próprio.

A GNR e as suas estruturas, deveria ser incorporada na PSP reforcando-a.
ResponderEliminarA Razão que justificou a existência da GNR deixou de existir, e de todo não há razão para Polícias em duplicado.
A República já está suficientemente cescidinha, e já mostrou que sabe tomar conta de si.
Além disso mesmo com as contas, felizmente equilibradas, não há motivo para atirar dinheiro pela janela
Nunca se deverá juntar a PSP e a GNR. Será demasiado poder de intimidação e violência num unico organismo.
Eliminar"A República já está suficientemente cescidinha, e já mostrou que sabe tomar conta de si."
Nunca estará em país algum. A História não acaba e tende a repetir-se se os incentivos passados se mantiverem. As gerações passam e novas chegam, lições e conhecimento perde-se.
ResponderEliminarEntretanto, a pressão financeira continua a aumentar de forma intensamente suave e irá orientar as futuras "cernelhadas" intensamente suaves.
Os habituais incêndios continuam.
Os socialistas de Almada felizmente estão a sofrer com a escassez de água, quando nem sequer deveria haver escassez.
Aprendam a votar canalhas.
Ouvi uma Notícia esta manhã que aponta noutra direção.
ResponderEliminarParece que a falta não é bem de Água.
É mais do género a Autarquia não tem o respectivo carcanhol para pagar e a consequência, foi o fornecedor proceder ao corte.
O Fornecedor era outra Autarquia o que não deixa de ter a sua Ironia, no fundo é o que fazem as autarquia aos munícipes que se esquecem de pagar a conta
Enfim, como dizia o outro; cá se fazem cá se pagam
ResponderEliminarEntão, pelos vistos, trata-se de um problema do aumento da pressão financeira, mas isso, é de fácil resolução, apenas depende da vontade/coragem política.
Vejamos, Almada não paga a Seixal, logo a pressão financeira no Seixal aumentou o que levou ao corte do abastecimento.
O que Almada tem de fazer é simples, fácil e barato, basta aumentar o preço da água aos seus consumidores e com essas receitas pagar ao Seixal.
Aliás, esta é uma das reformas estruturais necessárias que é o do consumidor pagar efectivamente o verdadeiro custo do serviço que utiliza.
Esta reforma estrutural é uma das que vem logo a seguir às 3 principais que defendo que são a abolição do salário mínimo, liberalização dos despedimentos e abolição dos descontos seguindo-se outras reformas estruturais.
Muito obviamente, Almada não deverá aumentar o preço da água, mas deverá optar por outras soluções tal como contrair empréstimos para o pagamento das despesas.
Pelo menos, haverá um aumento da pressão financeira.
Esta "falta" de água é também um "abre-olhos" para o pessoal de Almada que ao longo dos anos tem demonstrado a sua enorme canalhice nas eleições.