
Um Távora como eu não poderia deixar de notar a ironia de, passados mais de 260 anos, se terem reunido em Lisboa 500.000 catolicos, sob liderança dum Jesuita, perante o Marquês de Pombal... de costas voltadas.
Em 1915, um obscuro periódico provinciano, " Os Ridículos ", preconizava acerca da República, que dizia encontrar-se « no seu es...
Eh, eh,eh....
ResponderEliminarSebastião Carvalho E Melo olha para o rio e pensa (na medida em que uma estátua em bronze consegue pensar) que os barcos rotos enviados para o mar (com os ditos cujos) foram poucos.
ResponderEliminarTodos, todos, todos! Em breve haverão também bandeiras arco-íris nas JMJ, e quezilias nas Igrejas, ontem já se deu aquela situação modernaça na Igreja da ameixoeira.
ResponderEliminarDesce daí, ó Marquês,
ResponderEliminarJá cá estão outra vez.
O Glorioso irá bater esse número.
ResponderEliminarCuriosa interacção entre um jmj e o bandeirante lgbt. Podes ser e dizer, mas não aqui. A outra face do wokismo, que por sua vez é o reverso da moeda religiosa.
Imagem impressionante. Adorei.
ResponderEliminarCalaram-se muitas vozes que vociferavam desde Janeiro.
Bem hajam as JMJ 2023