quarta-feira, 9 de novembro de 2022

O desafio da normalidade

Mascaras.jpg


Não só a recente epidemia de medo explica o fascínio (a saudade?) exercido pela Covid19 em tanta gente, mas o facto do assunto ter monopolizado as suas preocupações durante quase dois anos em que a vida aparentava ser confortavelmente simples: um assunto arrebatador que nos distraía das muitas pequenas e grandes misérias que afligem a vida de toda a gente, normalmente chama-se alienação. Agora que com o frio chegam as doenças respiratórias, há muitos especialistas à espreita de recuperar os seus lugares nos noticiários a espalhar o medo nos espectadores incautos ou com dificuldades de adaptação à "normalidade" da vida. Uma experiência sempre desafiante, sem dúvida.


Imagem: fotografia da secção de brinquedos dum qualquer supermercado ao pé de si

8 comentários:


  1. Graças a Deus que os EUA, a Rússia e a máquina de lavar $$$ da ucrânia acabaram com a covid. Veja-se como os mesmos gajos especialistas de covid passaram a ser especialistas da ucrânia.
    Já há cinco anos, aconteceu uma mini-epidemia de hepatite A na área de lisboa. Esta virose apanha-se pelo tubo digestivo. Por isso o cuidado em lavar saladas e a higiene nas cozinhas. Logo, logo, as autoridades sanitárias fizeram o diagnóstico: infecção pelo tubo digestivo de baixo para cima (não é preciso um desenho).
    Depois veio a varíola dos macacos disseminada na Óropa por duas raves — em bruxelas e nas canárias. Logo em madrid o ministro da saúde fechou um ginásio-sauna frequentado por maricas.

    Agora é o medo da infecção do vírus respiratório sincicial; coisa que me ensinaram há 50 anos na faculdade de medicina e que nunca vi um "caso".



    É uma desvergonha pegada.

    ResponderEliminar
  2. Vem aí o papão, os hospitais já estão cheios e temos de fazer qualquer coisa, mas não diz o quê, informa o director do HSM.
    O que nos vale é que temos aí o peiesse para o que der e vier, quanto aos bichos, deixem-os respirar!!

    ResponderEliminar
  3. Olá, fui alertado de que o termo 'corona vírus' (em vez do correto 'vírus corona') é mais uma indigência atual do idioma. Cumpts :)

    ResponderEliminar
  4. É pesquisar a notícia "WHO reports 90% drop in world COVID-19 deaths since February"

    ResponderEliminar

  5. Alexandre N, de 1976 a 1979 no HSM os turnos de Banco eram de 24 horas [1.440 min]. A média de inscrições foi sempre superior a 1.000-1.100 por dia. Não havia esperas de mais de 15 min. Não havia burnouts nem baixas. Na manhã seguinte íamos para a enfermaria tratar de gente que não tinha culpa dos seus médicos terem estado de Banco no dia anterior.
    Havia uns 40-50 internamentos por dia, número que se manteve nas duas décadas seguintes já quando a afluência era de uns 450 por dia.
    Vão-se catar qed.

    Cumprimenta

    ResponderEliminar

No centenário da "Revolução Nacional"

  Em 1915, um obscuro periódico provinciano, " Os Ridículos ", preconizava acerca da República, que dizia encontrar-se « no seu es...