terça-feira, 18 de outubro de 2022

Aí vamos nós...




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Há já por aí muita gente indignada, por ignorância ou má-fé, com o preço 235,00 de inscrição nas JMJ que decorrem em Lisboa início do mês de Agosto próximo. Os títulos sensacionalistas dos jornais como este do Correio da Manhã convidam ao disparate. Agora que o país prepara-se para se fracturar em dois, com argumentos contra e os a favor desta iniciativa, convém esclarecer que o "pacote" disponibilizado pela organização inclui alimentação, alojamento, transporte, seguro e um kit de participante que dá acesso a toda a programação entre os dias 1 e 6 de Agosto de 2023. Quem quiser ir por sua conta não paga nada. E como é habitual nas actividades dos movimentos da Igreja Católica, uma inscrição paga sempre várias outras daqueles que não têm dinheiro. Ninguém é deixado para trás.


4 comentários:

  1. O problema das Jornadas da Juventude é que são um espécie de Euro 2004 ou de Expo 98, em que os contribuintes vão gastar imenso dinheiro, sempre a bem da imagem do país, claro. O contribuinte sofre.

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  2. O título do Correio da Manhã não me parece nada sensacionalista. É objetivo e factual. Da mesma forma, a notícia que se segue ao título é objetiva e factual, informa que os bilhetes incluem alojamento, alimentação, etc, e informa também que há diversos "pacotes". O João Távora não tem nada que mandar vir com o Correio da Manhã por esta notícia.
    Aquilo em que o Correio da Manhã deveria atentar não é aquilo que os participantes nas Jornadas vão ter que pagar, mas sim aquilo que os contribuintes portugueses, muitos dos quais não são católicos nem põem os pés em Lisboa ou Loures, vão ter que pagar. Isso é que é chocante, o subsídio que os contribuintes portugueses vão ser forçados a dar aos participantes nas Jornadas.

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  3. Contra os 235,00 ou outra qualquer quantia nada tenho contra. Cada um gasta o quer desde que o tenha. Já com os 100 milhões a serem gastos pelo Estado estou absolutamente contra porque me obrigam a pagar.

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