domingo, 17 de maio de 2020

Uma leitura simples

"So far as anyone can tell, the intellectual machinery that made this mess was invented 14 years ago, and not by epidemiologists but by computer-simulation modelers. It was adopted not by experienced doctors – they warned ferociously against it – but by politicians."


De vez em quando, alguém diz, com uma concisão e elegância que invejo, o que gostaria de ter sido capaz de dizer.


E ver isso acontecer várias vezes no mesmo artigo (incluindo o que é citado de outros artigos) deixa-me ainda com mais inveja:


"Confronting a manageable epidemic and turning it into a catastrophe: that seems like a good description of everything that has happened in the COVID-19 crisis of 2020."


Resumindo:


"Ideas have consequences, as they say. Dream up an idea for a virus-controlling totalitarian society, one without an endgame and eschewing any experienced-based evidence that it would achieve the goal, and you might see it implemented someday. Lockdown might be the new orthodoxy but that doesn’t make it medically sound or morally correct. At least now we know that many great doctors and scholars in 2006 did their best to stop this nightmare from unfolding. Their mighty paper should serve as a blueprint for dealing with the next pandemic."


Vamos ver se para a próxima olhamos mais para as pessoas e os sistemas naturais, e menos para simulações computacionais.

12 comentários:

  1. Está a ver como sair lhe faz bem: fez um comentário curto, que se percebe e até com graça

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  2. Boas!


    Não me digam que não viram nos vários canais [des]informativos da televisão portuguesa o seguinte:





    Não viram?! Por que será?

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  3. Eu ando a dizer desde o início (ainda a fraca gripe não tinha saído da China) no blogue que a PIDE/DGSAPO fez QUESTÃO DE APAGAR, que isto não passa de uma mera e muito fraca versão do SARS-CoV-1...



    E eu nem tenho DINHEIRO para fazer estudos, cheguei a esta conclusão apenas por ler os estudos e relatórios que começaram a ser publicados no início de 2020!


    Agora já há pelo menos DOIS estudos que vão neste caminho


    https://www.cell.com/cell/fulltext/S0092-8674(20)30610-3

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  4. Nunca deixei de sair durante o confinamento e até mudei de casa, veja bem a irresponsabilidade social. 

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  5. acho que vale a pena partilhar a experiência dum amigo que vive em Sines com o bicho . e este meu amigo era fã  do confinamento, confinou-se muito confinadinho e voilá !!  pós trancas depois da casa roubada -:)



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  6. Fez-lhe bem a mudança.

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  7. reductio ad Hitlerum transformada em reductio ad Bolsonarum

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  8. O artigo é interessante, mas assume a usual postura EUA-cêntrica. Ou seja, conclui-se da leitura que foram americanos quem inventou a estratégia do confinamento, negligenciando que ela foi adotada, antes dos EUA, pela China e pela Europa em 2020. Em grande parte, o confinamento foi adotado na Europa e depois nos EUA a exemplo daquilo que a China tinha feito, e não por inspiração destas ideias de americanos em 2006.
    Mas é sabido que para os americanos somente os EUA existem no mundo, tudo o resto são seres exóticos, inenarráveis, que não interessam para nada.

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  9. Não é uma experiência exótica, a generalidade das fábricas manteve-se a funcionar durante o confinamento, pelo menos até que a falta de matéria-prima e/ou a falta de procura pelos seus produtos as forçou a parar.
    Uma coisa que eu não entendo é, precisamente, porque é que em Portugal e na generalidade dos países se forçou as escolas a encerrar, quando as crianças são basicamente imunes ao coronavírus, mas se manteve as fábricas a laborar. Esta medida mostra um grande desprezo por aquilo que as crianças fazem na escola e pela utilidade que a escolaridade tem para elas. Parece que aquilo que os operários fazem nas fábricas é muito importante, mas aquilo que as crianças fazem nas escolas é secundária. Uma visão da qual eu, que tenho filhos, não compartilho.

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  10. As autoridades de saúde portuguesas nunca negaram essas afirmações, forneceram aliás por diversas vezes dados que as confirmam. Sempre disseram que muitas pessoas são infetadas mas permanecem assintomáticas, que muitas outras desenvolvem sintomas apenas ligeiros e são tratadas em casa, que muitas outras vão para o hospital mas nunca chegam a estar em cuidados intensivos, etc.

    Portanto, as autoridades de saúde portuguesas nunca esconderam, pelo contrário, elas puseram bem em evidência que este vírus é fraquinho e, para a imensa maioria da população, benigno.

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  11. Entretanto surgem argumentos de como o vírus terá sido re-programado em laboratório.

    Deixando de "preferir" cohabitar -e viver em paz em morcegos- para ser capaz de propagar-se em humanos e a !!!destruir o hospedeiro!!!.
    Será razoável, minimamente seguro, permitir-se semelhante pesquiza em laboratórios de alta segurança, ou não, ainda por cima mal administrados?. Será que o desejo de predominância militar não tem limites razoáveis?. China, India, Canadá, EUA...

    Será que as eleites políticas/militares/financeiras estão em roda livre e julgam-se capazes de premanecer imúnes no meio de uma pandemia?.

    ... 

    "...The authors believe this means that the virus “became specialized for human cell penetration by living previously in human cells, quite possibly in a laboratory.”..."

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