No sábado passado ao fim da tarde estive quase meia hora na Avenida Emídio Navarro na vila de Cascais com um calor tórrido e o sol de frente à procura do antigo número 22, a casa onde os meus avós maternos passavam a época estival, para tirar uma fotografia. Em vão: tendo a numeração sido alterada há uns anos e a falta de uma referência arquitectónica relevante tornou a minha tentativa um logro. Nenhuma das fotografias que tirei orientado por solícitos e desconfiados autóctones acertou no alvo - até a daquela vivenda que eu intuí como certa. O falhanço foi mais tarde sentenciado de viva voz pela minha mãe depois de inspeccionar os retratos no meu telemóvel.
Daqui se depreende como a investigação histórica é uma ciência difícil e como é perigosa a tentação de deduzirmos uma determinada solução e promulgarmos um erro.
terça-feira, 19 de julho de 2016
Vinte e dois?
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Não, daí apenas se depreende que V. Exa não se deve dedicar à investigação histórica :-)))
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