terça-feira, 31 de maio de 2016

Do conservadorismo I


"Todos os conservadores suspeitam dos amanhãs que cantam, mas também é importante suspeitar dos ontens que cantam... não há razão especial para a mitificação do passado ser mais produtiva do que a mitificação do futuro" 


Pedro Mexia na conferência sobre o ensaio “On Being Conservative” de Michael Oakeshott no Instituto Amaro da Costa.

5 comentários:

  1. Bem dito. É a resposta aqueles do antigamente é que era bom, da actual degradação de costumes, a queda da civilização, agora somos mais ignorantes, a escola isto e aquilo, etc, etc. 

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  2. aquela coisa a que dão a alcunha de estado
    apenas me reconhece como contribuinte


    por isso defendo a sua extinção


    ou a democracia directa

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  3. E eu a pensar que Pedro Mexia estaria, como o vi na apresentação do livro de H. Raposo, n'algum evento de apoio à liberdade de expressão de José Cid contra as ameaças de morte e cancelamentos de espetáculos. Mas aparentemente não. Está-se bem a cagar para isso. 

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  4. Tem toda a razão, jovem.
    Extinga-se o Estado e venha a selva.

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