Tenho a impressão que vivemos uma espécie de nova "acalmação" como a que foi tentada pelos partidos e pela coroa em desespero após o regicídio de 1908. Então, a tentativa durou dois anos até chegar a revolução e o caos com os republicanos. A nova "aclamação" apadrinhada por Belém e pela CGTP também não sobreviverá muito tempo à realidade: um Orçamento de Estado inviável que quer agradar a Deus e ao Diabo, um Plano Nacional de Reformas vago e bucólico, um acordo com os lesados do BES que não lhes garante nada, uma economia anémica e uma dívida acima dos 130% do PIB. As coisas são o que são, vivemos em cima de uma bomba relógio.
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Domingo
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As dividas não se pagam, gerem-se, isso não é motivo de preocupação, e a ideoligia da monarquia está muito ultrapassada, de cinco em cinco anos elegemos um presidente democraticamente pela vontade do povo- assim é que esta bem.ok
ResponderEliminarDesculpe Vasco, com essa ideia à la Sócrates tenho sérias dúvidas sobre se conseguirá, caso necessite, de contrair um empréstimo!
ResponderEliminarViva!
ResponderEliminarMas é mesmo assim, repare, se lhe devem mil mas não têm hipótese de pagar, maias vale recebe 400 em prestações que nada! O mundo é assim mesmo