sábado, 13 de fevereiro de 2016

No caminho da maturidade.

Ao contrário de uma peste ou maldição, sob a perspectiva da política tida no seu sentido mais elevado, digamos nobre, tenho para mim que uma dose de liberalismo deveria ser transversalmente no espectro partidário português uma causa patriótica, um contributo para o lento processo de viabilização do nosso pequeno rectângulo.


Acontece que a possibilidade do sucesso desse liberalismo, em dose maior ou menor no modelo de gestão da rés-pública, está directamente ligada à autonomia e maturidade das suas gentes, famílias e toda a sorte de instituições por si prestigiadas. Assim se explica o fado Portugal atrasado e socialista. Ou a importância do Pote.  

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