quinta-feira, 16 de julho de 2015

Simplificando

No caso da Grécia, o problema da esquerda portuguesa e das suas "antenas" nos orgãos de comunicação social, é que, o aprimorar da tragédia Grega e a solução encontrada desacredita toda a narrativa utilizada contra a estratégia (bem sucedida) do governo português no resgate de Portugal. O resto é conversa.

5 comentários:

  1. A afinal o que Passos Coelho disse sobre ter dado uma sugestão que ajudou a resolver um ponto no acordo com a Grécia era verdade, como se vê no excerto em baixo da tradução da entrevista de Tsipras à televisão grega.


    «"O [acordo] foi o resultado de uma pressão muito grande", disse Tsipras.
    Particularmente difícil de 'engolir', assumiu, foi a imposição de criar um fundo de 50 mil milhões de euros com o resultado de privatizações, como Merkel exigiu. Um plano que, disse, podia "ser pior": "Numa primeira fase, os resultados das privatizações destinavam-se apenas a pagar dívida. Agora também vão para a recapitalização dos bancos", disse.
    Fica assim implícito um elogiu à ideia assumidamente avançada pelo primeiro-ministro português, Pedro Passos Coelho.»


    E no entanto vieram logo os invejosos todos gozar com o Primeiro-ministro. Todos os atrasados mentais usaram isso nas redes (anti)sociais para gozar com ele, e agora como farão? Mereciam o troco. Mas já quando o António Costa se comporta como um "emplastro" ao pé do Hollande, aí não falam.


    http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=4678897&page=-1 (http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=4678897&page=-1)

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  2. Caro Slade, desculpe a intromissão, mas V. é um agradável cavaqueador. Sou capaz de estar absolutamente de acordo consigo nessa sua última proposição: a posição vencedora não é, geralmente, a posição correcta.
    E confirmo isto constatando que o grande vencedor é o Syriza. Vai conseguir manter o ritmo pedinchão da Grécia, fractura a UE (note que eu não sou um adepto deste clube; mas isso é conversa para outro dia) e ainda coloca o «politicamente correcto» que nos assola a bater palmas de compaixão pelos «humilhados».

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  3. Nesse caso não se humilhem.
    Comam e bebam orgulho.

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  4. É isso é.
    Até porque era a única maneira. A única. Não era um esquema de régua e esquadro a aplicar independentemente do contexto dos países, não! E não era nada dogmático o plano de """"resgate"""""
    Nada dogmático.
    E tinha em conta a classe média, que não é nada o motor da economia de um país, nem pensar.
    E não atacava nada a função pública.
    Essa gente que anda a parasitar o Estado

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