Se o Supremo dos Estados Unidos da América tivesse proibido a pena de morte eu vestia-me com o arco-íris. Já o conceito de casamento que vingou depois do Maio de 68 não é mais que um negócio para advogados. Em todo o ano de 2014 na Paróquia do Monte da Caparica o número de matrimónios realizados foram apenas quatro. Las Vegas alastra-se por todo o ocidente, venceu a adolescentocracia.
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A Igreja não é obrigada a celebrar casamentos gay. A igreja não é a dona da instituição do casamento, que já existia antes de Cristo. Quem manda no casamento é a sociedade civil. A sociedade civil tem-se pronunciado e decidido através dos seus mecanismos.
ResponderEliminarQualquer dia temos de pôr no Bilhete de Identidade que somos heterossexuais. Vamos ter de assumir que essa é a nossa "orientação sexual". E talvez venhamos mesmo a ser a futura minoria reinvindicativa. Enfim...
ResponderEliminarE se fosse mesmo assim. Como se sentiram os heterossexuais:lutariam pelos seus direitos, Dia Internacional. Organizações cívicas. Bares Hetero, etc. provavelmente fariam o mesmo que os LGBT.
ResponderEliminarA constituição americana devia ser mantida e interpretada como ao tempo dos pais fundadores. Estes dois deviam ser enviados para o mercado de escravos de Richmond na Virgínia. Boa dentadura têm eles.
ResponderEliminarE aí está um nicho de mercado para equilibrar a nossa balança comercial. Ninguém vai negar que sabemos do assunto como ninguém. Se Richmond não der, que venham para Lagos, cá.
Tem toda a razão no seu post!
ResponderEliminarIlegalize-se essa coisa
Como dizemos nós, os de direita, são uns pan........
Queremos é machos lusitanos, de raça pura
Zezés Camarinhas e outros
E o casamento como gostava o dr. Salazar, a mulher submissa, para cuidar dos filhos e fazer o almoço para o "pai de família"
pode ser que os 48 mil cidadãos consigam mais essa conquista para a nossa pátria que isto assim é uma pouca vergonha
qual igualdade? isso é uma mariquice da esquerda
o homem a mandar na mulher é que é, e essa gentinha do lgbt, tudo a andar
NÃO VOS QUEREMOS CÁ PERCEBERAM?
cambada de maricas
"Como se sentiram os heterossexuais", escreve. Suponho que por lapso lhe falte o ponto de interrogação (chamava-se assim, nos meus tempos de escola, agora não faço ideia; mas fica o símbolo: "?") e que tenha querido escrever "sentiriam", e não "sentiram". Acontece.
ResponderEliminarO resto que escreve é bem capaz de vir a ser verdade. Já não falta tudo para que o que permite a simples preservação da espécie de forma não laboratorialmente conseguida - uma inovação de (bem poucas) décadas, em milénios de evolução, paulatinamente conseguida sem tais recursos - seja visto como um arcaicismo, uma bizarria. Se não é assim, admitirá que parece.
O extraordinário disto tudo é que quem proclama a absoluta naturalidade da orientação homossexual, colocando-a no mesmo patamar da heterossexual, se felicite com estas fantochadas do "orgulho gay". Se é assim, tão natural e legítimo, que diabo, deixem-se desses exibicionismos (por sinal, parece, uma forma de patologia...): vivam a vossa vida e deixem-nos viver a nossa.
É que entre dois adultos, com o devido recato, ninguém tem nada a ver com o que se passe (como regra geral, entenda-se, sujeita a limites; mas é assim e assim está muito bem); e uma relação querida, séria, empenhada para a vida merece sempre todo o respeito. Seja entre quem for. Mas então que se abstenham os "homo" de pretender derramar uma superioridade - que manifestamente não têm (nem que seja pela simples realidade biológica) - sobre os "hetero".
Afinal somos então todos iguais, não é? Muito bem. Deixemo-nos pois dessas fantochadas fetichistas e vácuas. Se não querem parecer uma minoria esquisita, não se comportem como tal. Mais não seja porque aos heterossexuais, quando pretendem denotar a posse da razão, ou apenas afirmar sem culpa essa sua condição, logo sobre eles(as) cai o opróbio de marialvismo. Ou pior...
Costa