(...) A liberdade que nos dizem existir sem ter por base algo que nos intrigue ao ponto de não compreendermos, é moderna e, como moderna que é, estará ultrapassada amanhã. Bento XVI foi um Papa que quis explicar a fé, o perigo do relativismo e a importância da religião como cerne da vida humana. Algo difícil, mas necessário, e que não é mais que um dos dons que Deus nos deu: o uso da razão para sermos livres.
André Abrantes Amaral aqui do Jornal i
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