terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Relativo, relativo, só mesmo a modernidade

 


(...) A liberdade que nos dizem existir sem ter por base algo que nos intrigue ao ponto de não compreendermos, é moderna e, como moderna que é, estará ultrapassada amanhã. Bento XVI foi um Papa que quis explicar a fé, o perigo do relativismo e a importância da religião como cerne da vida humana. Algo difícil, mas necessário, e que não é mais que um dos dons que Deus nos deu: o uso da razão para sermos livres.




André Abrantes Amaral aqui do Jornal i

Sem comentários:

Enviar um comentário

O jornalismo que mente

João Miguel Tavares fez uma crónica recente sobre a dificuldade do debate público sério, usando apenas políticos para demonstrar como se dis...