sábado, 18 de agosto de 2012

Revista de Imprensa


  • Atraído pelo tema de capa que neste número é dedicado às políticas do combate à droga, gastei preciosos 3,50€ no Courrier Internacional “versão Empresa”. Se quanto à abordagem à questão os artigos não trazerem qualquer novidade nem aprofundamento digno de nota, já o facto da revista vir em genericamente em mau português e repleta de gralhas foi uma desagradável surpresa. 

  • Duas agradáveis surpresas no tradicional painel de palpites da bola no Expresso, habitualmente ganho pela Fátima Campos Ferreira que deve perceber tanto de bola quanto eu: Francisco José Viegas e Henrique Raposo, dois autênticos especialistas nos seus clubes Porto e Benfica, respectivamente, denotando as apostas deste último uma inquebrantável fé.

  • Tendo em conta os recursos e o preço de capa, o Jornal i de fim de semana continua um "produto" com bastante qualidade e interesse. Compacto e sem notícias requentadas, apresenta um painel de cronistas de eleição, como a Inês Teotónio Pereira sempre a um metro do chão mas com a cabeça no céu, o intrépido revolucionário Tiago Mota Saraiva, ou mesmo a irreverência filosófica de José Luís Nunes Martins, já para não falar do caderno LIV sobre boa vida, boas leituras e boas viagens. 

3 comentários:


  1. Há anos que não comprava o Expresso. Comprei hoje e em geral tive a mesma impressão que tive quando abandonei a sua leitura há uns bons cinco ou seis anos.

    Com excepção do caderno dedicado aos livros que todos deviam ler, o resto do jornal é de uma pobreza monstra. Começa pela revista. A revista cobre o presidente de Angola, a Maratona do Zé Quintela, e está forrada de bocas sem qualquer piada.

    Artigos de opinião (Manuela Ferreira Leite p. ex.) valem algo, mas no mais zero.

    A desculpa deverá ser a "silly season"?
    Não.
    Basta folhear o "El País" p. ex. (destinado a seres humanos como os de cá) para percebermos que é mesmo falta de massa cinzenta.

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  2. Globalmente tem razão no que diz. No entanto gosto muito de ler as crónicas de Pedro Mexia, Rui Ramos e Henrique Raposo que me convencem a comprar o jornal.
    Também gostei genericamente da selecção dos 50 livros. Bastante equilibrada: não consta o Saramago. 

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  3. Mas também aprecio intérpidos.

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