terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Trapalhadas ou um apagão de conveniência?

 


O CDS tem que acordar: para lá das incómodas trapalhadas das nomeções e da maçonaria, certo é que um Partido que renuncie ao seu passado dificilmente merecerá um lugar na História

5 comentários:

  1. Por falar no passado do CDS, já perguntaram ao distinto jurisconsulto cuja photographia foi remetida para o Largo do Rato o que ele tem a dizer sobre este assunto? Caso não o consigam localizar, podem sempre perguntar ao primo Basílio.

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  2. Depois de uma semana com o governo a dar tiros no pé, só nos faltava agora o CDS a renegar o seu passado.

    Nunca no passado o CDS deixou de votar contra as leis da agenda do BE.

    Acresce que as leis que consagram as barrigas de aluguer são salvaguardam sequer o estatuto da maternidade de substituição.

    Um partido que não conhece o seu passado não tem muito futuro.

    Pedro

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  3. A solução é a dignidade dos srs. deputados determinar que votam a bem de Portugal contra essa lei!

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  4. Lamento discordar. O CDS não é um partido confessional e o normal é, em casos de consciência, a liberdade de voto. O resto é fundamentalismo.

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  5. No caso, é o fundamentalismo da idiotia.

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