O CDS tem que acordar: para lá das incómodas trapalhadas das nomeções e da maçonaria, certo é que um Partido que renuncie ao seu passado dificilmente merecerá um lugar na História.
O CDS tem que acordar: para lá das incómodas trapalhadas das nomeções e da maçonaria, certo é que um Partido que renuncie ao seu passado dificilmente merecerá um lugar na História.
Em 1915, um obscuro periódico provinciano, " Os Ridículos ", preconizava acerca da República, que dizia encontrar-se « no seu es...
Por falar no passado do CDS, já perguntaram ao distinto jurisconsulto cuja photographia foi remetida para o Largo do Rato o que ele tem a dizer sobre este assunto? Caso não o consigam localizar, podem sempre perguntar ao primo Basílio.
ResponderEliminarDepois de uma semana com o governo a dar tiros no pé, só nos faltava agora o CDS a renegar o seu passado.
ResponderEliminarNunca no passado o CDS deixou de votar contra as leis da agenda do BE.
Acresce que as leis que consagram as barrigas de aluguer são salvaguardam sequer o estatuto da maternidade de substituição.
Um partido que não conhece o seu passado não tem muito futuro.
Pedro
A solução é a dignidade dos srs. deputados determinar que votam a bem de Portugal contra essa lei!
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ResponderEliminarLamento discordar. O CDS não é um partido confessional e o normal é, em casos de consciência, a liberdade de voto. O resto é fundamentalismo.
No caso, é o fundamentalismo da idiotia.
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