quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Mensagem de 1º Dezembro do Chefe da Casa Real Portuguesa S.A.R. O Duque de Bragança


 


(...) Portugal atravessa uma das maiores crises da sua longa vida. Crise que, disfarçada por enganosas facilidades, foi silenciosamente avançando assumindo hoje consequências dolorosas para as pessoas, famílias e empresas.


A soberania de Portugal está gravemente ameaçada. A História, na crueza dos seus factos, revela-nos que, sempre que o País ficou enfraquecido, aumentou a vulnerabilidade à perda da sua Independência. (...)


 


(...) A dúvida que hoje se coloca não é a de que País vamos deixar aos nossos filhos mas sim que filhos devemos deixar ao nosso País. (...)
Perante a herança que as próximas gerações vão receber, é nosso dever, no mínimo, contribuir para lhes facultar as melhores ferramentas para o seu futuro e o de Portugal: educando-os e formando-os com respeito pelos princípios da honra, da responsabilidade e do amor à Pátria.


 


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7 comentários:


  1. Na monarquia, já passamos por semelhante situação, e ainda cá estamos como Povo.

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  2. "A dúvida que hoje se coloca não é a de que País vamos deixar aos nossos filhos mas sim que filhos devemos deixar ao nosso País."
     
    Talvez os filhos das nossas mulheres, digo eu.

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  3. É com mágoa e até com algum espanto que verifico que depois de ter ouvido a D. Duarte de Bragança afirmações de uma imperdoável leviandade sobre a golpada do acordo ortográfico, deixou de ser para mim o representante do que quer que seja.  

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  4. O Falso Rei das Pampas1 de dezembro de 2011 às 16:42

    Serões à lareira  (Capítulo II)S.

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  5. Olhe que não. Se eles dispuserem das melhores ferramentas e tal e coiso, piram-se em menos de nada. Emigram, quero eu dizer. Ou seja: é absolutamente indispensável que não passem da cepa torta, caso contrário o país despovoa-se.

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  6. Temos de fazer uma vaquinha para oferecer um teleponto a SAR.

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  7. desde o 25 de Abril que estamos sob intervenção externa...FMI´s e a seguir pela Europa Jacobina-Judaica

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