(...) Portugal atravessa uma das maiores crises da sua longa vida. Crise que, disfarçada por enganosas facilidades, foi silenciosamente avançando assumindo hoje consequências dolorosas para as pessoas, famílias e empresas.
A soberania de Portugal está gravemente ameaçada. A História, na crueza dos seus factos, revela-nos que, sempre que o País ficou enfraquecido, aumentou a vulnerabilidade à perda da sua Independência. (...)
(...) A dúvida que hoje se coloca não é a de que País vamos deixar aos nossos filhos mas sim que filhos devemos deixar ao nosso País. (...)
Perante a herança que as próximas gerações vão receber, é nosso dever, no mínimo, contribuir para lhes facultar as melhores ferramentas para o seu futuro e o de Portugal: educando-os e formando-os com respeito pelos princípios da honra, da responsabilidade e do amor à Pátria.
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ResponderEliminarNa monarquia, já passamos por semelhante situação, e ainda cá estamos como Povo.
ResponderEliminar"A dúvida que hoje se coloca não é a de que País vamos deixar aos nossos filhos mas sim que filhos devemos deixar ao nosso País."
Talvez os filhos das nossas mulheres, digo eu.
É com mágoa e até com algum espanto que verifico que depois de ter ouvido a D. Duarte de Bragança afirmações de uma imperdoável leviandade sobre a golpada do acordo ortográfico, deixou de ser para mim o representante do que quer que seja.
ResponderEliminarSerões à lareira (Capítulo II)S.
ResponderEliminarOlhe que não. Se eles dispuserem das melhores ferramentas e tal e coiso, piram-se em menos de nada. Emigram, quero eu dizer. Ou seja: é absolutamente indispensável que não passem da cepa torta, caso contrário o país despovoa-se.
ResponderEliminarTemos de fazer uma vaquinha para oferecer um teleponto a SAR.
ResponderEliminardesde o 25 de Abril que estamos sob intervenção externa...FMI´s e a seguir pela Europa Jacobina-Judaica
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