Tirando os óbvios ganhos para o turismo e hotelaria que adviriam duns quantos jogos do Mundial em terras lusas, resultado que se consegue de forma mais sustentada com o mesmo investimento numa boa promoção pelos canais tradicionais, não antevia qualquer vantagem na empreitada - antes pelo contrário. De resto, a respeito do tão propalado “prestígio” que a organização do campeonato em 2018 nos traria estamos conversados: a total subalternização do nosso país perante a Espanha verificada na distribuição dos jogos, em que não nos cabe nem abertura nem a final, não nos permite qualquer veleidade. Por tudo isto confesso que me deixa satisfeito a vitória da Rússia, um mercado emergente carente de auto-estima, com petróleo, matérias primas e dinheiro para gastar em betão.
pergunta ingénua: e o nosso primeiro foi assistir in loco à decisão de falcon ?
ResponderEliminarAssino por baixo. Abraço
ResponderEliminarBem perguntado!
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ResponderEliminarTotalmente de acordo João. Já temos estádios de futebol a mais, já temos o Cristiano Ronaldo, já temos o number one, só nos faltava agora era mais esta pessegada...
ResponderEliminarA vitória no mundial seria o EURO 2004 revisitado, um país falido a comprar estádios para não serem utilizados, com a agravante de agora serem os do lado de lá a fazer a festa e os de cá a pagar a factura!
ResponderEliminarQue honra, caro Pedro! :-)
ResponderEliminarNão sei que contas e comparações está o Daniel a fazer.
ResponderEliminarAbraço
João, Não sei porque estranha... Só se não leu os meus posts sobre esta matéria aqui mesmo no CF...
ResponderEliminarEu não disse que estranhava, disse que é uma honra.
ResponderEliminarA honra é minha João!
ResponderEliminarsegundo um estudo, não sei se credível, para Portugal conseguir fazer tal publicidade mundial, comprando tempo de antena nas televisões de todos os países que iriam ver os jogos, seriam necessários 700 milhões de Euros. Foi o que disse uma fulano autor de tal estudo na televisão.
ResponderEliminarPedro, anda V. Exª. com umas apreciações esquisitas. Anda, anda.
ResponderEliminarUm dia, ainda faço um decreto para abolir a coisa publica.
ResponderEliminarPara abolir a "res publica", quererá Vc. dizer?
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ResponderEliminarSim, sim.