quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Resta saber onde irão os casais homossexuais buscar criancinhas para adoptar...

Portugal é o país da União Europeia em que a população está a envelhecer mais depressa, segundo um relatório hoje apresentado no Parlamento Europeu, pelo Instituto de Política Familiar. O mesmo instituto afirma que a Europa está "imersa num nunca visto Inverno Demográfico", ao lembrar o défice anual de nascimentos, o aumento dos abortos e a “explosão” de divórcios. 


 


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15 comentários:

  1. Uma vantagem dos casais homossexuais é que não praticam abortos.

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  2. Não sei se será irónico, mas é, no mínimo, um título provocatório para um tema que nada tem a ver com os casais homossexuais, não acha, caro João?
    Tanto mais que a realidade das adopções é bem diferente, quando, em média, uma criança que devia passar, no máximo, 6 meses numa instituição, acaba por lá estar em média 4 anos e se subirmos a faixa etária dessa criança para os 4/6 anos, as suas hipóteses de adopção são inversamente proporcionais, sendo que existe cerca de o dobro de crianças em relação ao nr. de candidatos....
    Deve defender as suas convicções da maneira que melhor entender, caro João, e eu até confesso que não consigo ter uma opinião firme sobre o casamento/união de duas pessoas do mesmo sexo, por achar que é uma questão demasiado complexa a nível social e legal, mas não acha que títulos deste género reduzem ao mínimo as possibilidades de haver um debate entre os já pouco sérios decisores dos destinos da nossa sociedade?

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  3. ... não posso deixar de concordar com a Si, João...

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  4. Portugal é um país de escassos recursos e os que tem estão desigualmente distribuidos. As pessoas em melhor idade para ter filhos não têm nem os estimulos sociais nem económicos para encetar família com o compromisso e os encargos que isso implica.
    De resto, se daqui a umas décadas formos menos 1 ou 2 milhões, mais sobra para todos... ou para os do costume...

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  5. Cabecinhas pensadoras...11 de novembro de 2009 às 18:05

    Claro, se daqui a umas décadas formos muito menos, a segurança social, por exemplo, funcionará às mil maravilhas.

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  6. vão buscar as crianças às instituições que as protegem da violencia da familia heteroxexual...

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  7. o moderno blogger português, quando não tem ideias, mete-se com os paneleiros.
    viva a modernidade!

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  8. No Luxemburgo são menos do que nós e têm Segurança Social. A quantidade não conta, o que conta é a proporção da população activa (que diminui a principio, mas depois aumenta porque o facto da vida é que as pessoas mais velhas não vivem para sempre).
    Também conta redistribuir melhor os ganhos de produtividade.

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  9. é possível que funcione dado as hipóteses de haver pleno emprego para a população activa serem bastantes , logo , prestações sociais como subsidio de desemprego e rsi serão residuais. além disso ...as reformas dos velhotes serão salários dos que terão de cuidar deles. vá , deixe-se de catastrofismos cabeçinha pensadora.

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  10. Ah, pois é, havendo cada vez menos crianças primeiro diminui mas depois aumenta. E depois os velhos morrem cada vez mais jovens...

    Como é que eu não pensei nisso?

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  11. Portanto a alternativa é reproduzirmo-nos como coelhos até o planeta rebentar? É que crescimento permanente é que não dá. Há um ponto qualquer de equilíbrio a encontrar, mais que isso... fazer futurismo económico a mais de 6 meses já é uma aventura nos dias que correm, quanto mais quando envolve gerações...

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  12. Para quem não sabe, para a população se manter é preciso uma média ligeiramente superior a 2 filhos por casal.

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  13. Sim, mas não há nada de mágico no número 10 milhões.

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  14. Só a maneira como o João utilizou aqui a palavra criancinhas, me aflige.

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