Portugal é o país da União Europeia em que a população está a envelhecer mais depressa, segundo um relatório hoje apresentado no Parlamento Europeu, pelo Instituto de Política Familiar. O mesmo instituto afirma que a Europa está "imersa num nunca visto Inverno Demográfico", ao lembrar o défice anual de nascimentos, o aumento dos abortos e a “explosão” de divórcios.
Uma vantagem dos casais homossexuais é que não praticam abortos.
ResponderEliminarÀs casas de acolhimento.
ResponderEliminarNão sei se será irónico, mas é, no mínimo, um título provocatório para um tema que nada tem a ver com os casais homossexuais, não acha, caro João?
ResponderEliminarTanto mais que a realidade das adopções é bem diferente, quando, em média, uma criança que devia passar, no máximo, 6 meses numa instituição, acaba por lá estar em média 4 anos e se subirmos a faixa etária dessa criança para os 4/6 anos, as suas hipóteses de adopção são inversamente proporcionais, sendo que existe cerca de o dobro de crianças em relação ao nr. de candidatos....
Deve defender as suas convicções da maneira que melhor entender, caro João, e eu até confesso que não consigo ter uma opinião firme sobre o casamento/união de duas pessoas do mesmo sexo, por achar que é uma questão demasiado complexa a nível social e legal, mas não acha que títulos deste género reduzem ao mínimo as possibilidades de haver um debate entre os já pouco sérios decisores dos destinos da nossa sociedade?
... não posso deixar de concordar com a Si, João...
ResponderEliminarPortugal é um país de escassos recursos e os que tem estão desigualmente distribuidos. As pessoas em melhor idade para ter filhos não têm nem os estimulos sociais nem económicos para encetar família com o compromisso e os encargos que isso implica.
ResponderEliminarDe resto, se daqui a umas décadas formos menos 1 ou 2 milhões, mais sobra para todos... ou para os do costume...
Claro, se daqui a umas décadas formos muito menos, a segurança social, por exemplo, funcionará às mil maravilhas.
ResponderEliminarvão buscar as crianças às instituições que as protegem da violencia da familia heteroxexual...
ResponderEliminaro moderno blogger português, quando não tem ideias, mete-se com os paneleiros.
ResponderEliminarviva a modernidade!
No Luxemburgo são menos do que nós e têm Segurança Social. A quantidade não conta, o que conta é a proporção da população activa (que diminui a principio, mas depois aumenta porque o facto da vida é que as pessoas mais velhas não vivem para sempre).
ResponderEliminarTambém conta redistribuir melhor os ganhos de produtividade.
é possível que funcione dado as hipóteses de haver pleno emprego para a população activa serem bastantes , logo , prestações sociais como subsidio de desemprego e rsi serão residuais. além disso ...as reformas dos velhotes serão salários dos que terão de cuidar deles. vá , deixe-se de catastrofismos cabeçinha pensadora.
ResponderEliminarAh, pois é, havendo cada vez menos crianças primeiro diminui mas depois aumenta. E depois os velhos morrem cada vez mais jovens...
ResponderEliminarComo é que eu não pensei nisso?
Portanto a alternativa é reproduzirmo-nos como coelhos até o planeta rebentar? É que crescimento permanente é que não dá. Há um ponto qualquer de equilíbrio a encontrar, mais que isso... fazer futurismo económico a mais de 6 meses já é uma aventura nos dias que correm, quanto mais quando envolve gerações...
ResponderEliminarPara quem não sabe, para a população se manter é preciso uma média ligeiramente superior a 2 filhos por casal.
ResponderEliminarSim, mas não há nada de mágico no número 10 milhões.
ResponderEliminarSó a maneira como o João utilizou aqui a palavra criancinhas, me aflige.
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