Cavaco tem razão. Os princípios são princípios. A admissão da pena de morte como forma de justiça é uma barbaridade à qual o homem civilizado não pode ceder sob qualquer argumentação política ou pressão popular. Ser contra a pena de morte, para mim, separa os povos civilizados da barbárie. Por mais odioso e abjecto que seja o condenado. Nem sempre a coerência com os princípios dá votos, eu sei. E até poderão existir intrincados e prementes argumentos a favor da aplicação da pena, em casos “especiais” e “limite”. Mas para mim, definitivamente, não compete ao homem (instituição, estado) destinar a vida ou a morte de outro homem. As afirmações de Cavaco Silva são portanto totalmente coerentes e expectáveis.
PS: Era uma coisa deste género que o JPH devia ter escrito em vez da rasca traulitada que postou na sua glória fácil.
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O link não funciona,mas o texto do post é suficientemente elucidativo do que está em causa-a recusa da pena de morte.Completamente de acordo!Terá de se fazer justiça,provados que foram os crimes de Saddam,mas essa justiça não passa por aí!
ResponderEliminarO julgamento de Saddam juridicamente
ResponderEliminarfoi uma farsa,tenho duvidas que tivesse acesso à defesa dado as circunstancias no Iraque,americanos não apreendem mesmo,ter Saddam morto é o principio de um barril de polvora na região.
Não poderia estar mais de acordo!
ResponderEliminarCom tanta convicção na posição assumida só é de questionar porque é que Cavaco esperou que a UE adoptasse uma posição para então ser oportuno expressar a sua.
ResponderEliminarMediocre país este...
Maria Helena