Há música a mais? Concordo com a ideia. O silêncio é de ouro, música a mais é ruído. No escritório? No táxi? No Carro? Na cozinha? Torna-se ruído e é canseira.
A música devia ser para ouvir só quando nos apetece e com “cerimónia”. Com o desejo em ponto “rebuçado”. O resto é “enchimento”. Alienação, desperdício. É saudável ouvir o silêncio e a solidão… em paz.
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O jornalismo que mente
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Bom, no carro ou na cozinha ainda é opção de cada um. O pior é a que nos é imposta em todo o sítio público.
ResponderEliminarE a pior de todas é a do carro do lado "Tch-pum, Tch-pum, Tch-pum" . . .
ResponderEliminarO super-consumismo musical é um dos grandes indicadores do Estado de loucura para o qual caminhamos alegremente a passos largos...
Um abraço
Nos lugares públicos, realmente é um horror. Viva o silêncio das bibliotecas e o sonido dos jardins!!
ResponderEliminarHá uns poucos anos tive o azar de fazer um chamado cruzeiro no Douro, entre a Régua e o Porto. Durante todo o percusro tive de gramar uma horrorosa música pimba ou aparentada. Nunca mais.
ResponderEliminarPor causa disso já não suporto o Strangers in the Night, do Sinatra.
ResponderEliminar.... (silêncio).
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