"A manhã nasceu limpa, mas o barulho dos tambores e das buzinas era intenso e os manifestantes levantavam dezenas de bandeiras do Chega e do Brasil na Avenida D. Carlos I — rei que, aliás, estendeu o tapete a uma ditadura, a de João Franco, no início do século passado."
É assim que começa a peça do Observador sobre uma manifestação do Chega de hoje.
Chega de Ventura! Chega de fascismo! Chega de burrice! Chega de escumalha!
ResponderEliminarQuem conhece um loto lá é morto. O PS tomou conta de tudo o que resta é pobreza para os outros.
ResponderEliminarMudar é preciso.
Não existe Fascismo sem Socialismo, estás contra o Socialismo?
ResponderEliminarO Observador é um jornal de esquerda como os outros.
ResponderEliminarPois, lá está! O Observador, como muitos observadores, observa; mas não vê, nem compreende, nem o tempo nem o modo...
ResponderEliminarComo os outros não, já reparou bem no DN e no Jornal Público por exemplo?
ResponderEliminarO Chega foi sem duvida o grande protagonista do dia. Falou sem medo contra corrupção no antro da mesma e para tal quer gostem ou não é preciso ter coragem. Chamem lhe fascista racista fdp o que quiserem, mas que é o unico partido que assusta de morte a esquerda lá isso é. E hoje perante um corrupto comunista como convidado o Chega foi a oposição das pessoas de bem. Aguentem.
ResponderEliminarA raiz do Observador é completamente marxista, de direita só existe O DIABO
ResponderEliminarEntão admira-me que aceitem vários articulistas (ou fazedores de opiniāo) a escrever/digitar textos contra (e bem) as políticas esquerdistas e marxistas. Não sei se segue com atenção a secção de opiniāo do Observador.
ResponderEliminaraqui a ditadura marxista é cor-de-rosa
ResponderEliminarPorque é que o Henrique considera isto mau jornalismo?
ResponderEliminar>
ResponderEliminarNão devo ser só eu a considerar isso, os próprios apagaram a referência despropositada à ditadura de João Franco, podes ir verificar.
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ResponderEliminarDescia eu a Avenida Dom Carlos I quando o automático da carris anunciava a próxima paragem (next stop) e a vozinha fêmea, com sotaque, dizia "carlos i " — i mesmo de "vou ali e já venho".
País de bosta, segundo o abençoado mamadou baila ba que nos andou a ensinar português. Ninguém percebe a falta que faz um preto racista do Senegal.
A última frase do comentário era escusada
ResponderEliminarE se fosse apenas cor-de-rosa.
ResponderEliminarhttps://sol.sapo.pt/artigo/797745/ha-presse-em-encher-a-cabeca-das-criancas-de-sexo