terça-feira, 25 de abril de 2023

Diz que é jornalismo, e do bom

"A manhã nasceu limpa, mas o barulho dos tambores e das buzinas era intenso e os manifestantes levantavam dezenas de bandeiras do Chega e do Brasil na Avenida D. Carlos I — rei que, aliás, estendeu o tapete a uma ditadura, a de João Franco, no início do século passado."


É assim que começa a peça do Observador sobre uma manifestação do Chega de hoje.

16 comentários:

  1. Chega de Ventura! Chega de fascismo! Chega de burrice! Chega de escumalha!

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  2. Quem conhece um loto lá é morto. O PS tomou conta de tudo o que resta é pobreza para os outros.
    Mudar é preciso.

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  3. Não existe Fascismo sem Socialismo, estás contra o Socialismo?

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  4. O Observador é um jornal de esquerda como os outros.

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  5. Pois, lá está! O Observador, como muitos observadores, observa; mas não vê, nem compreende, nem o tempo nem o modo...

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  6. Como os outros não, já reparou bem no DN e no Jornal Público por exemplo? 

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  7. O Chega foi sem duvida o grande protagonista do dia. Falou sem medo contra  corrupção no antro da mesma e para tal quer gostem ou não é preciso ter coragem. Chamem lhe fascista racista fdp o que quiserem, mas que é o unico partido que assusta de morte a esquerda lá isso é. E hoje perante um corrupto comunista como convidado o Chega foi a oposição das pessoas de bem. Aguentem.

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  8. A raiz do Observador é completamente marxista, de direita só existe  O DIABO

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  9. Então admira-me que aceitem vários articulistas (ou fazedores de opiniāo) a escrever/digitar textos contra (e bem) as políticas esquerdistas e marxistas. Não sei se segue com atenção a secção de opiniāo do Observador. 

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  10. aqui a ditadura marxista é cor-de-rosa

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  11. Porque é que o Henrique considera isto mau jornalismo?

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  12. Não devo ser só eu a considerar isso, os próprios apagaram a referência despropositada à ditadura de João Franco, podes ir verificar.

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  13. Descia eu a Avenida Dom Carlos I quando o automático da carris anunciava a próxima paragem (next stop) e a vozinha fêmea, com sotaque, dizia "carlos  i " — mesmo de "vou ali e já venho".
    País de bosta, segundo o abençoado mamadou baila ba que nos andou a ensinar português. Ninguém percebe a falta que faz um preto racista do Senegal.

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