Só com uma oposição temerosa e o conluio duma imprensa fraca e acrítica é que prevalece o mito de que Marta Temido foi uma heroína na gestão da pandemia. Acontece que nessa matéria fomos um dos piores países do mundo com mais infectados e com mais mortos com Covid19. Lembram-se do ranking diário propagandeado nas rádio e TVs que a este respeito diabolizavam Trump, Bolsonaro e os suecos enquanto incensavam a "resiliência" de Marta Temido, das máscaras e dos confinamentos?
Continuem com a mascarada que o caminho da nossa desgraça é sempre em frente, com maioria absoluta. Avante carneirada, continuem com a mascarada que a "democracia" angolana é que não presta.
terça-feira, 30 de agosto de 2022
Avante Carneirada
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BRAVO!
ResponderEliminarMarta Temido foi endeusada pelo PS, mas não passava de um ídolo com pés de barro como a realidade do SNS o tem confirmado. Mas a máquina da propaganda criou várias cortinas de fumo, ilusões... e anestesiou os portugueses, cada vez com menos sentido crítico e portanto, cada vez menos exigentes com os seus governantes.
ResponderEliminarToda a gente se lembra _ e convém nunca esquecer! _ de como, durante a pandemia, certos órgãos de comunicação social chegaram ao cúmulo de cancelar e censurar artigos escritos daqueles que tinham uma opinião contrária e divergente da retórica "oficial". Fizeram-se coisas inimagináveis numa democracia, impuseram-se limites à liberdade de expressão, perseguiu-se quem ousava contrariar o discurso catastrofista, apenas para infundirem medo e terror aos portugueses, com o intuito de os amansar e de os tornar "obedientes" às mais diversas ordens a roçar o absurdo!
Como diz hoje Jorge Fernandes, ao lembrar esse período,
Peço permissão ao João Távora para continuar a citar o artigo de hoje do Jorge Fernandes no Observador. É que os números não enganam, ao contrário da propaganda que só engana os tolos:
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ResponderEliminarConcordo com o primeiro período, mas discordo veementemente do segundo. Marta Temido não foi uma heroína, muito pelo contrário, ela foi uma medrosa tal como todos os outros. E não, o número de infetados e mortos por covid não são medidas adequadas para a gestão da pandemia, porque esses mortos e esses infetados teriam existido fosse qual fosse a política, e porque o objetivo central da política de saúde não deve ser evitar que as pessoas fiquem infetadas ou morram por covid.
Infelizmente o povo português não passa hoje de um rebanho acrítico e que faz tudo o que lhe mandarem fazer depois de anos e anos de propaganda e desinformação plantada na nossa CS horrorosa.
ResponderEliminarQuanto a Temido a Costa, ao PS e à extrema-esquerda, palavras para quê são todos farinha do mesmo saco, não valem absolutamente nada!