Antes da minha interpretação de como o liberalismo contribuiu fortemente para a maioria absoluta de Costa, uma nota sobre o Chega e a sua votação.
José Teixeira, num post público do seu Facebook, depois de várias considerações sobre as eleições, incluindo a explicitação da sua distância em relação ao Chega, diz:
"Já agora, uma adenda pessoal sobre os eleitores do CHEGA. Nas últimas semanas jantei com dois amigos distantes, meus respeitados mais-velhos, ambos com percursos profissionais de grande quilate, e um deles com vasta actividade político-administrativa. Para meu espanto nessas ocasiões ambos me disseram que votariam no CHEGA. Não são racistas, não são fascistas, não são incultos. Nem sequer têm apreço pelas genuflexões do prof. Ventura. Ambos, cada um à sua maneira, são conservadores e fortemente anti-socialistas, eu diria que até moralmente exauridos após este quarto de século PS. Não serão "o" eleitorado do CHEGA mas podem implicar algum recuo nesta patética deriva de reduzir quem votou Ventura a uma amálgama de truculentos neo-fascistas e descamisados irados.
E neste sentido junto ainda: só conheço uma pessoa do CHEGA. Trata-se do deputado eleito por Leiria, Gabriel Mithá Ribeiro. Conheço-o de o ler e de um breve contacto pessoal - ele teve a gentileza de me convidar para lhe apresentar um livro em Maputo, sabendo de antemão que eu muito discordo dele na sua interpretação sobre a colonização portuguesa em África. Não só isso demontra alguma democraticidade (e garanto que apanhar um intelectual disponível para dar palco a quem discorde do seu trabalho é trejeito democrático muito raro). Mas é relevante lembrar que o homem é um intelectual muito trabalhador, culto, lido, sistematizado e sério. Em suma, posso discordar (e muito) de como ele interpreta a história colonial portuguesa, posso até dizê-la conservadora, e até me posso arrogar ao direito de lhe debater os pormenores (apesar de ele ser mais graduado do que eu, isso não me impede de discordar). Mas não o posso rebaixar intelectualmente. E a partir deste caso retiro o fundamental: não se fará oposição ao alargamento do CHEGA assente numa redução absurda (digo-o sem latim) dos seus dirigentes e do seu eleitorado a uma mole de coirões. Faça-se isso, repita-se a preguiça de os classificar como "o inimigo principal" do regime, e eles dobrarão de votação nas próximas eleições."
Já noutros murais de outros amigos meus, leio coisas como "11 fachos no parlamento. Que tristeza."
Eu diria que esquecer, na outra frase que citei, os dois parágrafos de José Teixeira, para além de intelectualmente pouco estimulante, é um erro colossal.
Vamos então ao resto.
No momento do voto a percepção generalizada é que se estaria perante uma eleição muito renhida, de resultado muito incerto, e a opção era:
um governo de António Costa, isto é, um governo "pra melhor, está bem, está bem, pra pior basta assim", que não é grande coisa mas não tem um risco real imediato, excepto o de empobrecermos todos, mas a isso já estamos habituados;
um governo de Rio, mas fortemente condicionado pela negociação com a Iniciativa Liberal que, com ou sem razão, as pessoas tinham ideia de que iria vender caro o seu apoio, impondo uma agenda liberalizante para o país.
E perante estas opções, muita gente que poderia nem achar que fizesse alguma diferença de maior ser Costa ou Rio, acabaram a decidir que mais valia não correr riscos, tanto mais que o risco do PS ter uma maioria absoluta era inexistente.
Para muita gente, uma agenda liberalizante é um risco real para os apoios sociais, o aumento do ordenado mínimo e outras coisas que tais, de maneira que, nas circunstâncias em que votaram, acharam melhor escolher o que já conhecem, mesmo que achem que o que conhecem é poucochinho, e até achem que era melhor que o país crescesse mais e melhor.
Parte destas pessoas, se isto fosse como nas lojas, estariam hoje na Assembleia de Voto para devolver a decisão que tomaram e levar outra para casa, só que as coisas são o que são.
Para a Iniciativa Liberal isto quer dizer que há uma grande guerra cultural a ganhar nos próximos quatro anos: demonstrar que o liberalismo, em Portugal, está muito longe de ser uma ameaça para os mais pobres e frágeis.
E, já agora, embora o programa da área do ambiente da Iniciativa Liberal não seja mau (declaração de interesses, estive bastante envolvido nesse programa, havendo muitas coisas que defendo que foram rejeitadas, mas muitas outras que foram acolhidas e estão no programa eleitoral), o discurso dominante da Iniciativa Liberal sobre o assunto, em especial o discurso de João Cotrim de Figueiredo sobre o assunto, é demasiado displicente e simplista para meu gosto e é bem pior que o programa que foi apresentado a eleições.
Espero que ao longo deste tempo até às próximas eleições a Iniciativa Liberal reforce o seu posicionamento nestes dois aspectos essenciais: a discussão dos efeitos sociais das políticas defendidas, em especial no dia a dia dos mais pobres e frágeis (não esquecendo que nessa matéria a racionalidade não dispensa o ponto de vista emocional dos mais interessados); a construção de um discurso ambiental mais sólido e presente.
Para já, e por muito que a Iniciativa Liberal tenha tido um excelente resultado, o facto é que a percepção dominante de que o liberalismo é a selva do salve-se quem puder, contribuiu, com certeza, para a maioria absoluta que caiu no colo de António Costa.
ResponderEliminarCerto. Totalmente de acordo.
E isso é do ponto de vista intelectual, elitista. Além desse ponto de vista, devemos recordar que o Chega elegeu deputados em Aveiro, Leiria e outros distritos similares. Esses deputados, e os sentimentos de pessoas nesses distritos que eles refletem, merecem consideração.
ResponderEliminaracharam melhor escolher o que já conhecem, mesmo que achem que o que conhecem é poucochinho
Certo. É o que eu digo, o povo português é atualmente um povo profundamente conservador - e, portanto, iliberal, dado que o liberalismo é, essencialmente, anti-conservadorismo -, que está ainda a "digerir" os ganhos do período de grande desenvolvimento que Portugal teve entre 1960 e 1990 e que está acima de tudo preocupado em conservar esses ganhos, não tendo, de momento, mais ambição. E é por isso - por o povo português estar falho de ambição - que Portugal está estagnado.
ResponderEliminarA Iniciativa Liberal deveria também refletir no que seriam as consequências do sistema eleitoral que propôs no seu programa, se ele tivesse estado em vigor nas eleições de ontem.
Com esse sistema eleitoral que a Iniciativa Liberal propôs, o Partido Socialista obteria, não metade dos deputados mas sim, muito provavelmente, entre 60% e 65% dos deputados.
Foi a derrota da pseudo-oposição, tanto à esquerda como à direita do PS.
ResponderEliminarNa inexistência de um partido que faça oposição parlamentar sem oposição ideológica, o voto contra foi minimizado.
Os portugueses acreditam no socialismo e acreditam no PS e a curto prazo, apenas uma catástrofe irá mudar isto.
Para mim, o plano do Rui Rio sempre foi que o próximo Passos Coelho fosse do PS.
A iniciativa Liberal beneficiou do voto do protesto e deve esclarecer o que quer para o país, com este resultado ainda tem que falar sem agir. Sem poder e sem audiência, vai ser difícil comunicar.
Tempos interessantes para a única força política que acha que pode haver demasiado socialismo.
De acordo. A IL, único partido com ideias verdadeiramente progressistas e novas que se apresentou a votos nestas eleições, tem caminho para fazer. Tem uma perspectiva de liberdade, de inovação, de juventude e de abertura ao mundo que contrasta em absoluto com o bafiento sistema socialista que enterrou países inteiros durante décadas no mais profundo obscurantismo e regressão que se conhece. A votação massiva no PS e em António Costa é o espelho fiel da indigência cultural de um povo envelhecido, temeroso, inculto e fechado ao mundo. A IL tem muito que trabalhar. Esperemos todos que o faça bem a partir da nova plataforma conquistada na AR para benefício dos mais novos e do país. Até lá, continuaremos a ter o país a saque da irmandade nacional socialista. São delfins, compadres, comadres, filhas, filhos e afilhados todos a comer da gamela comum e a sacar os nossos impostos para engordarem as suas gentes e as suas casas de família, já bem anafadas e recheadas.
ResponderEliminara IL tem de aprofundar a questão social. Não sei se terá algum dia sucesso num país como o nosso, com tanta gente pobre e necessitada que depende dos subsídios do Estado. Evidentemente que a esquerda explorou bem a questão, espalhando neles a ideia de que os liberais os iam desgraçar.
ResponderEliminarOra, o PS, o partido-do-Estado (como o designava o saudoso Medina Carreira) dá-lhes aparentemente mais garantias de que não vão ter "trabalho, suor e lágrimas". Até ver.
Por outro lado, conheço casos de pessoas também com "percursos profissionais de grande quilate", e bem remunerados, que votaram pela 1ª vez no PS, porque preferem ver o seu salário aumentar já no próximo mês, em vez dos investimentos irem parar às empresas. "Não sou empresário!..." argumentam.
A conversa do desenvolvimento sustentado do país, com efeitos a longo ou médio prazo não interessa nada aos portugueses. Tudo o que não tenha efeitos imediatos nos seus rendimentos, entra-lhes por um ouvido e sai por outro. Toda a gente vive no presente e urgente, olhando para si e para sua carteira ao fim do mês. Esta é a realidade do nosso país.
Citando (mais ou menos de cor) a célebre pergunta de Kennedy: "O que tens para dar ao teu país? Em vez de perguntares o que o país tem para te oferecer " _ não mobilizaria absolutamente ninguém em Portugal.
A tese do postal estará certa para o "povo de esquerda". Para o país, só estudos futuros poderão (ou não) aclarar o que se passou
ResponderEliminarA esquerda teve "grosso modo" 2,8 milhões de votos, o mesmo que em 2019. A direita teve 2,3 milhões, mais 500.000 do que em 2019.
À esquerda não há novidades. O PS teve mais 350.000. o BE perdeu 250.000, o PC perdeu 100.000.
De onde vieram os 500.000 votos a mais da direita, e porque não terá havido correspondência com os apenas 8% de jovens que votariam PS são questões em aberto.
P.S. Não sendo nem nunca tendo votado CDS o facto de Rui Tavares ter sido eleito e Francisco Rodrigues dos Santos não, revolta-me as tripas.
Caro Henrique,
ResponderEliminaresta frase, sobre amigos seus que votaram no Chega: "Não são racistas, não são fascistas, não são incultos." Sobre o nível cultural deles não sei, mas se votaram no CHEGA garanto-lhe que são racistas. Também são xenófobos e muito provavelmente antidemocráticos. Se não fossem, nunca votariam num partido como o CHEGA, que finge que os problemas de Portugal se devem aos beneficiários de RSI, que em 2020 não foram mais que 1% da população. Quanto ao nível cultural, culto é quem é capas de ser critico, de analisar, filtrar e compreender a informação recebida. Ninguém é culto porque tem grau académico e sabe muito sobre um tema, quando muito foi bom a decorar coisas na vida Mais vale votar em branco que votar em alguém contrário as nossa convicções mais elementares.
Muito desencantada com este país que deu poder absoluto a alguém que só que saber dos seus amigos. E 7.15% são racistas, xenófobos que votaram democraticamente num partido que não gosta da democracia.
Esperemos que o Costa escolha amigos competentes, se não o país vai mesmo pelo cano!
Parabéns pela análise.
ResponderEliminarO PS é o espelho da maioria dos portugueses. Essa maioria não quer instruir-se, criar riqueza e pagar impostos. A outra parte dos portugueses são fascistas, racistas e insensiveis, pergunto-eu?. Vou deixar um exemplo de como quis criar riqueza: Eu comprei um imovel para investir e criar riqueza com recursos proprios e 30% credito bancario (este com taxa mais elevada que um crédito pessoal!). Entre pedidos a câmara local, plantas e projectos, consegui a aprovação camararia e vendi-o. O tempo decorrido? 2 anos, nada mal. Os impostos pagos foram sanguinarios (IS,IMI,IMT,IRS), bem feito dirà a maioria do povo!! E, é assim.
ResponderEliminarA fraude foi tao grande , que até os cérebros dos mais incultos foi afetado !!!!
ResponderEliminarBem observado a teoria sobre a fuga devido ao IL. É provável que houve medos.
ResponderEliminarQuanto à tentativa de lavar " fascistas " como o defensor do colonialismo - o " intelectual "
ResponderEliminarE pensa que o Cotrim de figueiredo e o seu partido lhe vai aliviar os impostos? Ganhe juízo. O Cotrim esteve na gestão de um banco privado e quando se viu aflito foi logo pedir dinheiro ao Estado.
ResponderEliminarE repare, eu não tenho medo de quem não trabalha, pois tenho 66 anos e trabalho desde os 12 portanto estou à vontade para criticar os preguiçosos. Mas 1000 indigentes roubam menos que o Rendeiro ou o Ricardo Salgado e outros comparsas amigos do Cotrim,
gostei da tentativa ( do tal Jose teixeira ) de humanizar o CH, tipo até votaram pessoas decentes, sem antecedentes ...criminais.
ResponderEliminarÈ tao ridiculo como os Quadros que apoiaram a extrema esquerda, dizer que a dita nao era revolucionaria.
O que interessa é saber-se de onde vieram esses dois referidos, como votavam anteriormente ? Existem adolescentes que nao viveram a guerra colonial bla bla bla mas sao já racistas e... fascistas.
Liberalismo é a selva, embora o CDS diga que o IL é de esquerda mas com mercado. O IL é mais um embuste, nem vou falar no Ambiente.
O engraçado é dizer que o IL vai ter 4 anos para explicar-se "bem". Mesmo que este IL (com os deputados) fizesse parte de um governo, nao só nao teria oportunidade nenhuma, como se queimaria.
O PSD ainda tem 27% dos votantes, e o historico é poder voltar a subir. Acha que os dois partidos da selva, o CH e o IL, vao esvaziar ainda mais o psd ? Acha que o psd vai dissolver-se, ser comido por esses dois ? Contas muito grossas e quimericas seriam dois partidos que somados dariam 40%. Isto se entretanto nao surgisse outro novo partido nesse espaço...
Quando é que chega a banca rota?
ResponderEliminarO que é ser racista? E xenófobo?
ResponderEliminarA Joacine e o Mamadou, são racistas?
Essa conversa do Cotrim e do BPP é simplesmente estúpida, basta ver as datas.
ResponderEliminarPeço desculpa pela brutalidade, mas já teve tempo para se informar e não andar a difamar terceiros, se não o fez foi porque quis mesmo difamar terceiros e portanto é perfeitamente razoável que eu não tenha punhos de renda a responder-lhe.
É a sua opinião, tão válida como qualquer outra!
ResponderEliminarA frase não é minha.
ResponderEliminarSobre o racismo tenho apenas a fazer-lhe notar que o parlamento eleito tem dois não brancos: Romualda Fernandes, eleita em 19º da lista de Lisboa, pelo PS, e Gabriel Mithá, cabeça de lista do Chega por Leiria.
E para além do PS ser o partido dos funcionários públicos e reformados, há outro público alvo que os comentadores se esquecem de indicar: todos os trabalhadores do setor privado que ganham o salário mínimo ou até 900 euros e que veem na constante subida do salário mínimo a solução para a melhoria das suas condições de vida. Tenho falado com muitas pessoas que trabalham em empresas e muitos disseram que iam votar PS devido aos 900€ de salário mínimo prometido para os próximos anos
ResponderEliminarNão sei se a escumalha que vota Chega é toda fascista, racista ou xenófoba, mas vota em quem o é e tem que ser combatida. Na Segunda Guerra Mundial, os soldados aliados não andavam a perguntar aos soldados alemães "Olhe, você é nazi?" antes de disparar. Se o fizessem morriam naquele preciso momento.
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A xenofobia contra o povo português, tão típica da direita, cujo principal representante até responde em alemão a jornalistas portugueses, numa boa metáfora relativa à submissão de Passos Coelho a Angela Merkel. Se não gosta de portugueses, tem bom remédio, pode sempre emigrar.
Quando a Iniciativa Liberal ganhar as eleições, baixar os impostos a toda a gente sem adotar políticas que permitam ao Estado ter outras fontes de rendimento (as políticas que já existem nos países de que a IL tanto fala). Aliás, a IL apenas tem propostas que diminuem as receitas do Estado e aumentam as despesas do Estado. Não tem quaisquer propostas no sentido contrário, acha que se baixa os impostos e por magia tudo se resolve.
ResponderEliminarNo meu tempo a extrema-esquerda usava bombas. Hoje basta falar em "desprivatizações" (porque "nacionalizações" é demasiado politicamente incorreto) para se ser catalogado como "extrema-esquerda". Apesar do alto peso das empresas públicas no PIB dos países de que a Iniciativa Liberal tanto gosta de citar como exemplos.
ResponderEliminarDifamar é aquilo que vocês fazem todos os dias. Por favor, veja como viveu o Cotrim até hoje. Será que a sua vida pessoal e profissional que tem hoje, se o liberalismo que ele defende, estivesse em vigor quando era jovem? Tenho muitas dúvidas. O Cotrim e seus apaniguados do Corta Fitas sempre viveram à custa da gamela do Estado.
ResponderEliminarGanhem juízo e deixem de parvoíces.
Resumindo, o seu interesse e intenção era tentar justificar ataques de carácter sem qualquer substância.
ResponderEliminarObrigado pela demonstração de que sempre se justificava dizer-lhe que o que diz é bastante estúpido.
Está enganado. Não retiro uma palavra.. E você sabe muito bem, porque falo assim. Portanto não justifico nada.
ResponderEliminarJá agora, será que o seu partido(?) I. L vai receber as subvenções do Estado, como partido politico, ou vai renunciar. A coerência deve ser provada, não é verdade?
O liberalismo é assim: não queremos nada do Estado, a não ser um Pinochet, para colocar os pobres na ordem.
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ResponderEliminarPrimeiro, não me conheces de lado nenhum para me tratar por "tu", mas como sou defensor da igualdade retribuirei.
ResponderEliminarEm segundo lugar, não sei para que país emigraste, mas já foste ver qual é o peso das empresas públicas no PIB desse país? Já foste ver a percentagem de população sindicalizada? Também não sei que salário ganhas mas, enquanto em alguns países da Europa 1600€ é o salário mínimo, aqui é um salário acima da média. Logo é natural quem ganha 1600€ cá pague mais impostos que em países como a França ou a Alemanha. No entanto, quem ganha 100000€ por mês há de pagar muito mais.
Mete é a xenofobia onde o sol não brilha que os portugueses não têm que levar com a direita enquanto tu estás no bem bom. Pimenta no rabo dos outros para ti é refresco.
Ou seja, o PS defende os mais desfavorecidos. Isso é um argumento a favor ou contra o PS mesmo?
ResponderEliminarAlguém lhe pediu para retirar alguma coisa do que disse?
ResponderEliminarEu limitei-me a dizer que está a mentir estupidamente, nada mais.
Sou bastante liberal e acho que o direito à asneira é sagrado.
Não és defensor da igualdade. Defendes que os outros devem ser obrigados coisas com que não concordam.
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ResponderEliminarEntão o PS defender a injustiça. é algo bom?
Obviamente contra o PS. Esses que estão no salário minímo vão continuar próximos do salário minímo quando virem as suas responsabilidade aumentar exponencialemente...o que já se vê acontecer em várias empresas/estado nessa situação é que se passam a baldar para o que fazem, o normal é fazerem as coisas muita lentidão.
Pelas leis socialistas que defendem, o PCP, BE, PS são muito mais Fascistas que o Chega.
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